domingo, setembro 30, 2007

Homenagens pelo Dia do Profissional do Secretariado.


Se a gente pudesse, neste dia 30 o seu telefone não tocaria na hora errada nem daria ocupado na hora H.


Seu computador, num capricho da tecnologia iria digitar sozinho o mais complicado dos relatórios, sem ousar pedir nem uma mãozinha para você.


Aquela ata da reunião iria resumir-se a uma só frase, que caberia numa linha, escrita numa única folha de papel.


Se dependesse da gente, neste dia 30 o seu almoço é que teria de ficar fazendo hora extra num bom restaurante, sem hora de acabar, à sua inteira disposição...


O arquivo emperraria todas as gavetas, recusando-se a abrir exceções e informações para não perturbar a sua homenagem.


E a agenda, em solidariedade, apagaria todos os seus compromissos, reservando o dia inteiro para você.


Só que a gente não pode transformar esse 30 de setembro num feriado.Mas dar um clima de festa, a gente pode: desejando que você comemore o Dia do Profissional de Secretariado no final de semana com as lembranças deste dia especial.


Parabéns pelo SEU DIA !

(EQUIPE SEC Talentos Humanos)


*****


É com alegria redobrada que no dia 30 de Setembro parabenizamos todos vocês que atuam com sabedoria, profissionalismo, competência, ética, iniciativa, comprometimento, polivalência, flexibilidade e dinamismo. Que têm visão de mundo e de futuro, que sabem trabalhar em equipe, agregando valor ao que faz.


A repercussão da excelência de sua atuação está fazendo a diferença para que a profissão de Secretariado seja vista hoje com mais respeito por nossos pares e pela sociedade, bem como solidificado o seu espaço junto às organizações, ao lado dos senhores executivos, contribuindo de forma significativa para o desenvolvimento das empresas.


Sucesso, Felicidades e muitas conquistas.


(Maria Bernadete Lieuthier - Presidente da Fenassec)


*****


PARABÉNS PARA NÓS!

A LUTA PELO RECONHECIMENTO PROFISSIONAL CONTINUA...

quarta-feira, setembro 26, 2007

Secretariado: Histórico da Profissão


Não há como precisar uma data para o surgimento da profissão de secretário. Entretanto, Casimiro (1998) estima que deve ter sido no Egito há 500 a.C. com as funções.


“O escriba oriental é um homem que domina a escrita, faz contas, classifica os arquivos, redige as ordens, aquele que é capaz de recebê-las por escrito e que, por conseguinte, é naturalmente encarregado da sua execução”.


Taquígrafos no baixo Império Romano, monges na idade média. Com vulgarização da estenografia, passaram a assumir papel importante nos escritórios de administração pública: surgem os secretários, cuja profissão, em sua origem era exclusivamente masculina.


Na Idade Moderna tem-se uma expressiva ação secretarial com o comércio integrando-se mais tarde à estrutura organizacional das empresas como acontece em nossos dias.


A palavra secretário originou-se do latim:
Secretum - lugar retirado, retiro, solidão;
Secreta – particular, segredo, mistério;
Secretarium - legar retirado, conselho privado.


O cargo de secretário cresceu consideravelmente após a Segunda Guerra Mundial, quando o mercado de trabalho passou a abrir suas portas para a mão-de-obra feminina inicialmente na Europa e nos Estados Unidos da América para suprir a escassez da mão-de-obra masculina que fora direcionada para os campos de batalha. E em 1945 já existiam 20 milhões de pessoas na profissão com estatística crescente.


No Brasil, o desenvolvimento da profissão acompanhou o ambiente empresarial adaptando-se aos paradigmas vigentes.


Nos anos 50: com a chegada das multinacionais, executando algumas técnicas como: datilografia, taquigrafia, organização de arquivos, anotações de recados e atendimentos telefônico.


Anos 60: inicia-se o treinamento gerencial, e ter uma secretária passa a ser status iniciando-se assim uma valorização da secretária por parte dos empresários brasileiros. E em 1969 é criada a Universidade Federal da Bahia o 1º curso de Secretariado Executivo do Brasil.


Na década de 70 a secretária passa a ser membro ativo na gerência.


Nos anos 80 a secretária é assessora. Tem-se a regulamentação da profissão aprovada em 30/09/1985 e a classe ganha força com a criação da FENASSEC – Federação Nacional de Secretários em 1988, Curitiba.


Na década de 90 presenciou-se um dos melhores momentos da profissão de secretária que se caracteriza, como uma figura importante na empresa, pois, com o advento dos recursos tecnológicos, mudou-se a forma de trabalhar no escritório, as organizações passaram a buscar intensamente a qualidade total e a valorização dos clientes. Segundo Ribeiro “Tais transformações ocorreram principalmente com a introdução da reengenharia que redefiniu o papel dos que secretariam, atribuições atribuindo a este mais autonomia nas execuções das tarefas”.


Agora no ano 2000, que o secretário seja empreendedor, assessor, executante, polivalente e que tenha uma visão holística.


Secretária: Rompendo Barreiras


Comemora-se em 30 de setembro o Dia do Secretariado, profissão que passou e continua passando por grandes transformações dentro da área de atuação. Antes encarregada de funções basicamente operacionais, a secretária é hoje um importante agente de mudança dentro da empresa. “A profissão mudou drasticamente. Passou de função feudal, em que só fazia o que o chefe mandava, a uma relação de parceria, em que é avaliada por valor agregado”, afirma Stefi Maerker, diretora da SEC - Secretary Search & Training, consultoria especializada em recrutamento, seleção e treinamento de secretárias. Ela se diz bastante contente com os novos direcionamentos da carreira. “De repente, as secretárias passaram a ser parte da equipe, gerar resultados, a serem cada vez mais atuantes”.


As instituições de ensino também tiveram de se adaptar a tais transformações. O Senac, por exemplo, oferece cursos de secretariado desde 1959. Em 98, os coordenadores dos cursos decidiram mudar a grade curricular após constatarem, através de pesquisas de mercado, as grandes mudanças no papel do profissional. “Hoje, a secretária precisa ter noções de gestão empresarial, assessoria de executivos, liderança de equipes, entre outros”, diz Cristiane Baziotto Vega, coordenadora dos cursos técnicos, cursos livres e supervisora educacional da unidade Senac 24 de maio.


Muitos concordam que, atualmente, o profissional está mais próximo de ser um assessor do chefe do que atuar como uma secretária tradicional. Luciana C. Heinz, diretora do grupo de secretárias da AAPSA (Associação dos Administradores de Pessoal), afirma que gerencia custos, faz sugestões, propostas, ou seja, realiza funções estratégicas dentro da empresa. Por todas essas características, ela lembra que algumas pessoas ainda confundem as funções, mas “secretária não é recepcionista”. E também comenta a questão da ética dentro do ambiente de trabalho, já que as secretárias atualmente têm acesso a inúmeras informações do chefe. “Somos o canal de comunicação dele, por isso acabamos até sabendo de coisas de que não gostaríamos”. Neste caso, a postura mais adequada, segundo ela, é uma distância polida. “Você não ganha nada se metendo em assuntos que não dizem respeito ao seu trabalho”.


Conheça um secretário

A imagem do profissional de secretariado sempre esteve associada à figura feminina. Estigmatizada, a profissão abriga pouquíssimos homens. Para Patrícia Tinguely, vice-presidente de profissões segmentadas da AAPSA, “cabe aos próprios homens quebrar o preconceito e criar essa abertura no mercado”. É o caso de Fernando Aguiar Camargo, que faz de sua particularidade um diferencial positivo. Estudante do primeiro ano do curso de secretariado, ele diz que começou a carreira como office boy de uma clínica médica, foi promovido a recepcionista e, mais tarde, seu chefe sugeriu que assumisse o posto de secretário. Hoje, além de atuar no local onde iniciou a carreira, ele também gerencia outra clínica médica. “Na hora de prestar vestibular, fiquei indeciso, mas acabei me identificando com o curso. Estou tendo noções de gerenciamento, marketing, línguas, e o secretário tem que saber de tudo o que acontece na empresa”.


Em relação ao preconceito dentro da área, ele afirma que existe tanto por parte dos homens quanto vindo de algumas secretárias. “Sinto que algumas mulheres pensam que estou lá para tomar o lugar delas. Mas depois me conhecem melhor e se acostumam com a presença de um homem”. Além disso, sabe muito bem como aproveitar suas características masculinas dentro do ambiente de trabalho. “A maioria das mulheres é muito emotiva. Já o homem é mais prático, consegue separar mais coisas. Procuro sempre equilibrar a inteligência emocional com a razão”. Bastante entusiasmado com o futuro da carreira, diz que pretende fazer pós-graduação na área e até, quem sabe, virar palestrante e ajudar outras pessoas na mesma posição. Ele também acredita que “os secretários estão um passo à frente para se tornarem chefes do que outras funções, por causa da grande proximidade com os assuntos da empresa".


(Por Clarissa Janini)


Há Saída para o Estresse.


É possível alcançar a felicidade perene? O psicólogo Mihály Csíkszentmihályi, professor da Claremont University, diz que sim. Mas, para isso, é preciso atitude. Um caminho é domar a ambição, casar habilidades com interesses e se dedicar mais ao que você realmente gosta. Simples assim.


Um número crescente de executivos aprende a pronunciar o nome do psicólogo Mihály Csíkszentmihályi. Filho de húngaros, nascido na Itália e radicado nos Estados Unidos, ele é uma das autoridades mundiais na pesquisa da "psicologia positiva", corrente que estuda qualidades humanas, como otimismo, criatividade, motivação interna e responsabilidade, e faz sucesso em grandes empresas, como HP e Merryl-Lynch.


Nesta entrevista, concedida por telefone de seu escritório na Claremont Graduate University - onde dá aulas na Drucker School e dirige o Centro de Pesquisa de Qualidade de Vida -, o psicólogo conta como os executivos podem buscar uma felicidade perene. Em tempo: a pronúncia de seu sobrenome é txic-zent-mirráii.


Uma característica comum a quase todos os executivos é a ambição. Ela contribui para o aumento do estresse? Sim. Na nossa sociedade, se você pergunta às pessoas quanto elas gostariam de ganhar para se sentir felizes, todas respondem que gostariam de ganhar de 30% a 50% mais do que ganham. Não importa se recebem US$ 20 mil ou US$ 200 mil por ano, elas sempre querem mais. Existem algumas pesquisas que mostram claramente essa escalada nas expectativas. E quanto mais elevado é o salário ou o cargo, além da autoridade, a competição se torna cada vez maior, porque há o anseio de seguir adiante, subir sempre mais alto. E, quanto mais alto um executivo está, menos ar ele tem para respirar. Existem menos oportunidades. Esse tipo de ambição, de sempre querer melhorar a sua situação, pode levar a um colapso nervoso. A questão é: quanto de ambição é bom? Ninguém sabe a resposta.

Mas nas empresas, com freqüência, os mais ambiciosos são os mais valorizados. Porém, ao fazer isso, as empresas estão preparando as pessoas para se tornar cada vez mais estressadas. Isso é bom para a companhia? Talvez. Sucede que executivos muito estressados têm suas habilidades reduzidas. Há alternativa para esse cenário? A mudança pode vir de hierarquias mais horizontais, nas quais o trabalho seja distribuído de maneira mais homogênea, aliviando o estresse dos executivos. Algumas organizações parecem conseguir distribuir melhor a autoridade e sobreviver bem no mercado. A hierarquia mais horizontal mostra ao funcionário que ele pode seguir adiante, mas sem precisar ser tão competitivo. Ele não vai ter de lutar para ser o vice-presidente de operações da companhia inteira, porque não haverá esse cargo. Existem empresas bem-sucedidas que não precisam desse trabalho tão estressante. Se a companhia é realmente inovadora e flexível em suas operações, ela pode ser bem-sucedida sem ter de arruinar a vida de seus executivos.

O senhor poderia citar um exemplo? A Patagônia (fabricante de roupas e artigos esportivos baseada em Ventura, na Califórnia). Mas há outras, como a empresa de investimentos Edward Jones, o Gallup e muitas mais. Na Patagonia, você entra no hall da sede e vê várias pranchas de surfe apoiadas na parede. Todos os funcionários que gostam de surfar levam suas pranchas e um sino começa a tocar no prédio quando as ondas na praia próxima ultrapassam 1 metro. Todos podem pegar sua prancha e ir para a praia. Ninguém diz "não, não, estamos muito ocupados". Você simplesmente sai, pega suas ondas e, depois, volta para trabalhar um pouco mais. Os executivos usam sandálias e camisetas. Há uma atmosfera distendida e, ao mesmo tempo, um trabalho executado de maneira eficiente e focada. Esse tipo de situação de trabalho está se tornando cada vez mais comum - e espero que se torne o padrão.

Enquanto o ambiente corporativo não muda, o que os executivos podem fazer para ficar menos estressados e ter uma vida melhor? É fundamental que a pessoa encontre um trabalho que goste de fazer, que case com suas habilidades e seus interesses, para não ficar envolvido com coisas de que não gosta. Esse é o primeiro passo. Também é desejável ter a escolha de trabalhar numa empresa gerida da maneira que você gosta.

E quem não conseguir um cargo assim? Pode-se falar com o superior ou com colegas, de modo a engajá-los numa discussão civilizada de como está a situação e o que pode ser feito para melhorá-la. É possível fazer isso. As pessoas é que têm medo de tomar a iniciativa. Ou estão tão irritadas que não se comunicam.

E, fora do escritório, o que altos profissionais podem fazer para melhorar o bem-estar? Um executivo deve tentar descobrir as coisas de que realmente gosta e as que o deixam deprimido ou estressado. Ao final do dia, pode anotar num diário tudo o que fez e dar notas a cada coisa. É incrível como, depois de uma semana fazendo isso, se encontram padrões, é possível identificar onde há perda de tempo, perda de energia. A partir daí, deve-se tentar se dedicar mais ao que se gosta e menos ao que não se gosta. A maioria das pessoas não faz essa avaliação e acha que tudo faz parte da vida, que é inevitável.

Qual a importância de atividades não vinculadas ao trabalho? Próximos do topo ou da aposentadoria, muitos se sentem desiludidos, devastados. Então, é crucial ter duas ou três paixões, atividades como música, filosofia, viagens, ou simplesmente ajudar outras pessoas.

Que autores trazem boas reflexões sobre felicidade? Fui muito influenciado por Teilhard de Chardin, o jesuíta francês que escreveu O Fenômeno Humano. Hannah Arendt também influenciou minha maneira de pensar, com A Condição Humana. Marco Aurélio idem. Dos mais modernos, há um jovem psicólogo chamado Jonathan Haidt.
O que há de interessante em Jonathan Haidt? A pesquisa de Haidt trata do que ele chama de "elevação", o oposto de depressão. Um sentimento como se o coração estivesse se expandindo, o que é uma metáfora para dizer que o coração está ficando "grande". E, ao que tudo indica, esse sentimento produz realmente um efeito fisiológico, o sistema circulatório funciona melhor. Normalmente, esse sentimento acontece quando se ajuda alguém, ou quando se faz algo que realmente dá certo no trabalho. Um sentimento daqueles que nos permite dizer "uau!" e o peito se expande. O interessante é que esse estudo foca não apenas o estresse ou as experiências ruins, mas aquelas que são realmente positivas. Haidt é uma das pessoas que buscam ver como gerar esse tipo de experiência positiva nas pessoas. Meu trabalho também vai nessa linha.


(por Eduardo Ferraz)

Evento Científico na Área de Secretariado Executivo



No período de 27 de agosto a 10 de outubro de 2007 encontram-se abertas as inscrições para chamada de trabalhos científicos dos Estudantes e Profissionais de Secretariado Executivo.
Os trabalhos devem ser apresentados em uma das seguintes áreas: Tecnologia da Informação, Comunicação Empresarial, Ética, Responsabilidade Social, Gestão Secretarial no serviço público, Gestão Secretarial na área privada, Docência e Organização de eventos e serão submetidos a avaliação nas categorias oral e pôster.


Os interessados devem consultar o edital, no qual constam as informações necessárias para inscrição dos trabalhos.


A apresentação dos trabalhos aprovados acontecerá no dia 10 de novembro de 2007, nas instalações das Faculdades Unidas de Pernambuco - FAUPE.


O evento é resultado de uma parceria institucional entre a UFPE, FAUPE, FAINTIVISA, ESURP, FACAPE, SINSEPE e FENASSEC.


Informações podem ser obtidas através do fone (81) 3222.5015 ou e-mail: eceps2007@hotmail.com




Thank You for Smoking

Fidelidade à Empresa Versus Responsabilidade Social

Como agir quando o produto fabricado pela empresa onde você trabalha pode prejudicar a saúde?

Obrigado por Fumar (Thank You for Smoking), de Jason Reitman, baseado no livro de Christopher Buckley, é uma sátira sobre a indústria do fumo e das artimanhas de um lobista da área.

Ele é Nick Naylor (Aaron Eckhart), separado da mulher e muito ligado no seu filho Joey, de 12 anos. O garoto é bastante influenciado pelo pai que, ao lado da profissão que exerce, precisa se esforçar para se tornar um bom exemplo para Joey. Mas as coisas não correm fáceis para ele, que faz até conferências em escolas, para melhorar a imagem de sua empresa na guerra pela qual passa a indústria do tabaco. Para isso, ele conta com a cumplicidade de Polly (Maria Bello), uma lobista da área de bebidas e com Bobby Jay (David Koechner), defensor dos interesses da indústria armamentista, com quem se encontra sempre para trocarem figurinhas sobre o seu trabalho.

Logo de imediato o filme propicia uma reflexão e um interessante debate sobre a situação / posição de gerentes e empregados que trabalham em organizações como a retratada no filme. Além disso, aborda temas relacionados com alianças, ética corporativa, fidelidade à empresa, liberalidade, meio ambiente, mentoring, modelos mentais, negociação, paradigmas, raciocínio lateral, relacionamento entre pais e filhos, responsabilidade social e valores.

William Macy interpreta um senador progressista de Vermont, Ortolan Finistirre, um ferrenho anti tabagista, envolvido numa campanha feroz para que seja colocado o desenho de uma caveira em cada maço de cigarro. E Robert Duvall interpreta o personagem conhecido por O Capitão, que chefia uma academia de estudos a favor do tabaco. Completam o excelente elenco Sam Elliott, Rob Lowe e Katie Holmes, que vive uma repórter ambiciosa e de ética duvidosa.

O cinema já abordou o tema em outros filmes. Um deles – O Informante, de Michael Mann – seguia a história real de Jeffrey Wigand, um químico demitido da Brown & Williamson, porque se recusou a continuar cooperando em pesquisas para aumentar a eficácia dos efeitos da nicotina nos cigarros fabricados pela companhia. Assim, como outros do gênero, O Informante tem um viés altamente dramático, o que não acontece com o trabalho de Reitman, uma comédia leve de diálogos curtos, muito inteligentes e com muitas cenas hilariantes.

Mas o filme não é apenas uma história engraçada sem maiores conseqüências. Ao contrário, é inovador, criativo, leva à reflexão e, acima de tudo, propicia um interessante debate sobre um assunto polêmico e cada vez mais presente nas organizações e na sociedade como um todo.

Uma curiosidade: em face do sucesso com a crítica e o público, o filme foi adquirido pela Fox Searchlight por US$ 7 milhões, depois de uma queda de braço com a Paramount, que perdeu os direitos sobre ele por não ter tido o cuidado de formalizar o acordo verbal que havia feito com os produtores.

(por Myrna Silveira Brandão)

Fonte: www.abrhrj.org.br

sexta-feira, setembro 14, 2007

Concurso Público da EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária)


Gente, saiu o Edital para Secretariado. Pede-se apenas nível técnico ou Ensino Médio Completo. Salário: R$1720.00. Há vagas para diversos lugares do país.

Ando meio sumida, porque estou estudando para outro concurso, no Banco do Brasil. Torçam por mim! A prova é neste domingo, as 15 horas.


Quem se interessar por este novo concurso, acesse: http://www.pciconcursos.com.br/noticias/2297


abraços!!

domingo, agosto 26, 2007

XVII SIC - Simpósio de Iniciação Científica, o VII SIMPÓS - Mostra Científica da Pós-graduação e o V SEU - Simpósio de Extensão Universitária


No período de 21 a 24 de novembro de 2007 a Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (PPG) e Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PEC) estarão promovendo o XVII SIC - Simpósio de Iniciação Científica, o VII SIMPÓS - Mostra Científica da Pós-graduação e o V SEU - Simpósio de Extensão Universitária. Conforme calendário aprovado pelo CEPE, as atividades acadêmicas dos dias 22 e 23 /11 serão substituídas pelas atividades dos Simpósios.


A inscrição de trabalho(s)para apresentação no evento ocorrerá, via Internet, no período de 27 de agosto a 10 de setembro de 2007.


(Fonte: www.ufv.br)

Evento em Recife!


Programação SECTEMBRO 2007
8h às 8h30 - Recebimento de credenciais
8h30 - Abertura do evento
8h50 às 9h20 -Integrando seres
9h20 às 10h40 - Aprendendo com Sônia Pinto"Resiliência – A arte de superar desafios"
10h50 às 12h - Palestra com Jorge Gomes "Como Gerenciar sua carreira nos tempos atuais"
12h às 13h30 - Almoço 5 estrelas no Hotel e relacionamento
13h30 às 14h30 - Momento lazer e sorteio de brindes
14h30 às 15h20 - Palestra com Silvia Rissin"Responsabilidade Social – Um diferencial"
15h20 às 17h20 - Oficina com Maria Rita Gramigna (MG)"Caminhos para excelência"
17h20 às 18h00h - Performance artística Entrega de certificados
Encerramento

Maiores informações no site www.sectembro.com.br

(divulgação a pedido da Equipe RH - Desenvolvimento Humano)

domingo, agosto 19, 2007

O Profissional de Secretariado Executivo Como Educador: Pesquisa, Coordenação e Docência.


(...) As atribuições recebidas por este profissional e amparadas pela Lei n. 7.377, de 30/9/1985, e pela Lei n. 9.261, de 11/1/1996, são: planejamento, organização e direção de serviços de secretaria; assistência e assessoramento direto a executivos; coleta de informações para a consecução de objetivos e metas de empresas; redação de textos profissionais especializados, inclusive em idioma estrangeiro; interpretação e sintetização de textos e documentos; taquigrafia de ditados, discursos, conferências, palestras de explanações, inclusive em idioma estrangeiro; versão e tradução em idioma estrangeiro, para atender às necessidades de comunicação da empresa; registro e distribuição de expediente e outras tarefas correlatas; orientação da avaliação e seleção da correspondência para fins de encaminhamento à chefia; conhecimentos protocolares.


Com o perfil adquirido pelo secretário executivo neste novo milênio, é comum os encontrarmos em grandes empresas e multinacionais, normalmente exercendo funções em áreas administrativas.

Segundo Moraes (2002), algumas das habilidades que compõe o perfil deste profissional são: senso agudo e moderno de marketing e propaganda; capacidade de recrutamento pessoal; capacidade de motivação de colaboradores; parceria em tarefas e organização de estudos, interdisciplinaridade; conhecimento das novas tecnologias; criatividade; senso de organização e controle; consciência sobre suas habilidades; senso de diversidade de culturas; ética.


Torna-se fundamental, neste momento, correlacionar o “secretariar” e o “educar” para uma possível compreensão da escassez citada acima. Por ser uma profissão que forma para a área administrativa, grande parte dos alunos já saem da faculdade trabalhando em grandes empresas, posteriormente se especializando em algo que os habilite a gerenciar.


Porém, observa-se que este profissional está ligado à questão educacional durante todo o período em que está trabalhando, pois muitas vezes, mesmo sem perceber, já estão educando. Verifica-se que a todo instante os secretários executivos se condicionam a ensinar e a compartilhar os conhecimentos obtidos ao longo de uma carreira, mesmo porque esta é uma visão inovadora criada e aplicada dentro das empresas e é por meio dos treinamentos, juntamente com o setor de Recursos Humanos, que o profissional de secretariado desenvolve um pouco seu lado docente.
Segundo Maerker (1999, p. 21), os líderes


...sabem que, ao tomar a iniciativa de ensinar, de modo algum estarão perdendo poder ou credibilidade. O executivo aberto a esse tipo de descentralização, interessado em ampliar o campo de atuação da secretária, estará encaminhando rapidamente para conseguir dela não apenas um envolvimento sincero com aquilo que faz, mas, sobretudo, sua admiração e seu respeito pessoal.


O curso de Bacharelado em Secretariado Executivo, como o próprio nome diz, não forma para a docência. Este é o primeiro obstáculo encontrado por profissionais desta área que queiram lecionar. As possibilidades existentes para que o secretário executivo se insira na área da educação são diversas. Uma delas é realizar uma especialização em Metodologia do Ensino Superior seguida de um mestrado na área de Educação.


Como este é um curso técnico, é indispensável que o secretário executivo que educa traga experiências obtidas em seu ambiente de trabalho para a sala de aula. Com isso, as aulas tornam-se mais reais, com exemplos do cotidiano, o que faz com que os alunos se identifiquem mais com a profissão e a caracterizem dentro de seus diversos aspectos particulares. Muitos destes profissionais trabalham como secretários executivos durante um período do dia e em outro lecionam.


Entende-se como fundamental que a universidade, por todas as suas ações, busque o equilíbrio entre vocação técnico-científica e vocação humanística. Assim deve ocorrer também com o professor do curso de Secretariado, que necessita mesclar seu conhecimento técnico adquirido na graduação com o conhecimento humano adquirido ao longo de sua carreira. As disciplinas específicas do curso de Secretariado exigem uma atenção especial, por isso devem ser lecionadas por profissionais da área altamente qualificados. São estas disciplinas que caracterizam o curso e aproximam o aluno da realidade profissional. No caso do secretário executivo, a técnica aprendida em sala de aula é fundamental para o desenvolvimento do seu trabalho.


Por isso, torna-se uma missão muito importante o secretário executivo educar, mas para isso é necessário que haja uma conscientização por parte deste profissional. É fundamental que o mesmo se especialize e procure se atualizar constantemente, pois é por meio dele que o aluno terá seu primeiro contato com a profissão, ou seja, parte do professor a visão inicial proporcionada ao aluno sobre o todo que é secretariar. A necessidade de constante aperfeiçoamento por parte do profissional em secretariado que deseja lecionar é evidente. Como possui formação técnica, torna-se fundamental adaptar o saber técnico ao saber prático. Para tal, existem diversas especializações que podem proporcionar a este profissional uma visão ampla da realidade do educar e de sua importância para a humanidade.


Visualizar a educação como um momento do processo de humanização é projetar no ato de educar toda perspectiva com relação à formação de um profissional mais humano, digno e preocupado com o que o circunda. É fazer deste contato entre professor e aluno a oportunidade de compartilhar conhecimentos, dúvidas e saberes.


O profissional em secretariado executivo, dentro de suas inúmeras atribuições, traz consigo características fundamentais para a docência, como o saber ouvir, perceber ambientes, comunicar-se adequadamente com diferentes pessoas, transferir conhecimentos, mas principalmente ser profissional independentemente da situação vivida. Este profissional deve ser passível de compreender que educar é construir. É induzir à reflexão, ao pensar. É relacionar o processo educativo com a cultura, destacando os valores mais profundos do homem. (...)


(Fernanda Landolfi Maia e Paulo Eduardo Sobreira Moraes)


Trecho extraído do artigo "O perfil do secretário executivo atuante como educador em instituições de Ensino Superior no município de Curitiba e Região Metropolitana''.



sábado, agosto 18, 2007

Até Quando?


Boa tarde!!!

Após merecidas férias, estou de volta à vida acadêmica e ao nosso blog também!

Tinha como objetivo postar algumas sugestões de eventos, mas ao acessar os sites relacionados a isso logo desisti. Quero deixar aqui registrado a minha indignação quanto aos preços abusivos das inscrições dos congressos e a falta de publicação em nossa área.

Gente, enquanto não investirmos na produção do conhecimento, não chegaremos a lugar nenhum. E isso começa através da produção de artigos, publicações em revistas, iniciação científica, etc. Temos que ter muito cuidado para não ficarmos para trás. Enquanto não tomarmos uma atitude, os psicólogos, administradores, pedagogos(...) continuarão exercendo nossa profissão de SECRETÁRIOS EXECUTIVOS.

Pensem nisso!

Se não lutarmos por nós, quem lutará?
obs: mandei um e-mail para a Federação Nacional das Secretárias que é responsável por grande parte desses eventos. Vamos ver se eles se pronunciarão.

domingo, julho 15, 2007

Nova Fase da Área Secretarial Aumenta Oportunidades no Mercado


Fazer e servir cafezinho, arquivar documentos, atender telefones, enviar telegramas...do estereótipo clássico que marcou as secretárias durante muito tempo, restaram apenas algumas piadas preconceituosas. Aos poucos, estas profissionais foram conquistando seu espaço no mercado de trabalho e, finalmente, o mundo começou a enxergar o Secretariado Executivo com outros olhos. Assim como os próprios executivos, estas personagens estão se tornando cada vez mais importantes para as organizações de todos os setores.


Esta valorização profissional tem contribuído muito para o crescimento e desenvolvimento da área. Se antes as secretárias eram tidas como 'babás' dos executivos, hoje suas funções foram transformadas e ampliadas. "As tarefas não são mais de apoio e sim de complementação das atividades. Esta profissional é uma assessora, gerenciadora de informação, de serviços e pessoas", explica a coordenadora do curso de Secretariado Executivo da Universidade Metodista de São Paulo, Ana Maria Martins.


Esta característica multifuncional tem atraído os olhares de diversos setores. Por isso, o campo de atuação da secretaria está cada vez mais amplo. Os profissionais de secretariado podem atuar tanto em empresas públicas e privadas, como nas organizações de pequeno, médio e grande porte. "As secretárias executivas são formadas para trabalhar na gerência, diretoria, vice-presidência e presidência destas companhias", conta Ana Maria. Além disso, o mundo acadêmico vem abrindo espaços ainda maiores para os recém-formados.


Em geral, os estudantes conseguem ingressar na área antes mesmo de concluir a graduação. Mas não é tão simples quanto pode parecer. "O mercado tende a ser estável, principalmente por ser um cargo de confiança onde a rotatividade é muito baixa", assegura a gerente da Task Force, uma divisão da Gelre - empresa especializada em recrutamento e seleção de profissionais -, Vera Modolo.


E mais: a concorrência, como em outras áreas, também é um problema crescente no Secretariado Executivo. Por isso, o mercado de trabalho é cada vez mais exigente. "Não basta ter diploma. É preciso ter conhecimentos de administração de empresas, informática e idiomas. Além disso, eficiência, serenidade, simplicidade, capacidade de decisão e organização, criatividade, iniciativa e competência são requisitos básicos para estas profissionais", alerta Vera.


Todas estas mudanças também contribuem muito para a melhoria da remuneração destas profissionais. "Justamente por serem cargos de confiança, os salários são muito altos, se comparado com as demais áreas do conhecimento", afirma Ana Maria. A coordenadora afirma que os salários de recém-formadas variam de R$ 1.600 a R$ 3.000.


Esta transformação pela qual a profissão secretarial está passando tem contribuído para aumentar a procura por formação superior na área e, conseqüentemente, para a criação de novos cursos. Segundo levantamento feito pelo INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), existem, atualmente, 74 cursos de Secretariado Executivo no Brasil. O total de matrículas anuais é de 6.965, contrapondo-se bastante ao número de concluintes, 1.159.


(FONTE:www.universia.com.br)

Dicas sobre Currículo


Para o empregador potencial, você é - no primeiro momento - aquilo que seu currículo apresenta. O currículo, elaborado de forma clara e precisa, bem estruturado e com o design compatível, representa uma primeira imagem positiva a seu respeito. Portanto, seja sucinto, claro, objetivo, mas completo nas informações relevantes. Cuide bem da forma gráfica do currículo.


Procure colocar-se no lugar de quem estará recebendo o seu currículo e leia-o identificando até que ponto ele traz informações importantes e concretas sobre você e seu histórico profissional. Lembre-se que o currículo deve estar coerente com o objetivo indicado e apresentar experiências e detalhes relevantes para o cargo de seu interesse. Não é adequado elaborar um currículo extenso, que contenha toda sua experiência e qualificações. O ideal é elaborar um currículo objetivo e com informações que possam ser visualizadas facilmente. Ou seja, vender a sua imagem de forma direta, conseguindo atrair a atenção do selecionador para que você seja chamado para uma entrevista, podendo participar do processo seletivo.


Um currículo com quatro páginas para uma secretária é considerado muito extenso. Em duas páginas já seria possível detalhar as informações mais relevantes. Além disso, a ordem em que os dados foram apresentados não ressalta os aspectos mais positivos do perfil. Por exemplo, conhecimentos em idiomas são informações fundamentais para a avaliação do currículo de uma secretária e por isso deveriam estar em posição de destaque no início do documento. Informe primeiro as realizações e atividades mais significativas e diretamente relacionadas com o cargo desejado. Em seguida, as demais informações podem ser indicadas.


Recomendo a seguinte ordem para a apresentação dos itens do currículo:


Dados Pessoais:

nome, endereço, telefones, e-mail, idade e estado civil.


Objetivo:

Este item merece uma atenção especial, pois além de indicar o cargo que se pretende ocupar, deve-se enfatizar a área de atuação do profissional. Não é recomendado indicar vários cargos em um mesmo currículo. Procure adaptá-lo ao perfil da vaga que estiver concorrendo ou utilize uma nomenclatura mais ampla que atenda ao perfil de cargo desejado. Vale ressaltar que o termo “Secretária Executiva” é muito utilizado para denominar o cargo pretendido, só pode ser utilizado por profissionais com graduação em secretariado executivo, já que esta é uma profissão regulamentada desde 1985. Sugerimos o cargo indicado no exemplo abaixo.

Ex: OBJETIVO: Secretária Bilíngüe


Idiomas:

Sugerimos que inclua este item logo no início do currículo para destacar as habilidades em idiomas. Mencione apenas o idioma e o respectivo nível de conhecimento.

Ex: Inglês Fluente (Residência durante 04 anos na Inglaterra)

Italiano Avançado

Francês Intermediário

Alemão Básico

Japonês Básico


Resumo de Qualificações:

Esse é um dos principais tópicos do currículo e deve ser utilizado sempre que o Histórico Profissional não for o ponto forte da experiência do profissional.Como os pontos fracos devem ser mencionados após os pontos fortes, descreveremos as principais habilidades, conhecimentos e resultados antes de incluir o histórico profissional.

- O empregador precisa conhecer suas realizações para ter uma idéia mais precisa do que você será capaz de fazer pela empresa, por isso mencione suas principais qualificações, adquiridas ao longo de sua vivência profissional, destacando os pontos que estejam relacionados com a área de seu interesse.

- Utilizar itens ao descrever as atividades desenvolvidas é adequado, pois facilita a leitura.

- Descreva resultados que possam ser medidos com objetividade. Mencione números e porcentagens que comprovem os resultados alcançados, pois desta forma impressiona ainda mais o selecionador.

- Dê preferência a atividades estratégicas, de planejamento ou resultados alcançados ao invés de citar atividades operacionais.

- Conhecimentos em informática devem ser inclusos em um item específico no final do documento.


Atribuições:

Exemplos:

- Vivência em secretariar gerência e diretoria, anotando e transcrevendo documentos em português ou em inglês.

- Habilidade em redigir correspondências e memorandos de rotina. - Organização da agenda de compromissos da chefia.

- Responsável por assistir o gerente em suas ausências, atendendo ou anotando solicitações de funcionários, clientes e fornecedores, transmitindo-lhes informações.

- Preparo, agendamento de reuniões, convenções, entrevistas e eventos.


Experiência Profissional:

- Citar o nome das empresas em que esteve empregada em letra maiúscula ou com algum outro recurso gráfico que dê maior destaque a esta informação é adequado.

- Indique o nome das empresas, uma breve descrição da mesma, os cargos ocupados e o período total de permanência na empresa.

- É mais apropriado citar o período total ao invés das datas exatas de entrada e saída das empresas para disfarçar o tempo que a profissional está afastada do mercado de trabalho. No entanto, durante as entrevistas é necessário esclarecer as datas exatas de permanência nas empresas, de qualquer forma você evita ser eliminada logo na primeira etapa de seleção dos currículos.

- Não é necessário indicar os motivos de desligamento de cada empresa. Deixe para abordar a questão durante as entrevistas.


Formação Acadêmica:

- O item de formação geralmente é mencionado logo no início do currículo. Caso não possua formação superior nem o curso técnico em secretariado, recomendamos que exclua este item do currículo.

- Se possuir o DRT, inclua pois este dado é valorizado por alguns empregadores.


Cursos e Especializações:

- Neste item, cite os cursos realizados relacionados à área de interesse, mencionando o título do curso e o nome das instituições em que os mesmos foram realizados.


Informática:

- Neste tópico, destaque seus conhecimentos em cada um dos softwares de informática.


Foto:

A inclusão de foto no currículo pode servir para despertar a atenção do leitor, no entanto é preciso ter muito cuidado na escolha da foto. Lembre-se que o currículo é um documento profissional e que deve passar uma imagem de sobriedade, fotos com roupas decotadas ou informais são inadequadas. O fundo deve ser neutro e o tamanho ideal é 5X7.




*********************


Oi gnt, me desculpem pela ausência, mas fim de período é punk!! Não deixem de participar enviando e-mails para blogsecretariadoexecutivo@yahoo.com.br ou deixando algum comentário (não é preciso estar cadastrado no blogger para comentar!). bjos, ótima semana a todos.

segunda-feira, junho 25, 2007

Alterações no Vestibular 2008 da UFV

O vestibular 2008 da UFV (Universidade Federal de Viçosa) será feito em dois dias, com quatro horas de duração, e possivelmente não mais entre o Natal e o Ano Novo. Em 2006, o processo seletivo foi realizado em três dias, entre 28 e 30/12.

No primeiro dia de provas (primeira fase), haverá 80 questões objetivas, sendo dez para cada uma das disciplinas: matemática, física, biologia, química, história, geografia, língua portuguesa e língua estrangeira. No segundo dia (segunda fase), serão aplicadas oito questões objetivas de português e uma prova de produção de textos (não necessariamente um redação convencional), além de oito perguntas objetivas e quatro dissertativas de conhecimentos específicos (que variam em cada curso).


VEJA COMO SERÃO CALCULADAS AS NOTAS E OS PESOS DAS DISCIPLINAS PARA CADA CARREIRA:




Estão previstas também alterações no Pases (Programa de Avaliação Seriada), mas não há data prevista para esse anúncio.


VEJA AS OBRAS DE LEITURA OBRIGATÓRIA PARA O VESTIBULAR E TAMBÉM PARA O PASES:
INFORMAÇÕES SOBRE O PASES:





*************************************************************************************

Sobre o Congresso de Gestão de Pessoas - UFV:

Será realizado de 2 a 5 de julho, das 18 às 22 horas, no Auditório do Departamento de Engenharia Florestal. É direcionado a empresários da região, estudantes, especialistas na área de Gestão de Pessoas e a comunidade interessada no assunto. As inscrições deverão ser feitas no local. Não há taxa de inscrição, mas somente para emissão de certificado, no valor de R$5,00.


Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 31 3899-1614, ou pelo e-mail projetosuperacaojr@gmail.com.

terça-feira, junho 19, 2007

I Congresso de Gestão de Pessoas - UFV


O Departamento de Administração – DAD por meio das disciplinas Administração de Recursos Humanos I (ADM305) e Gestão do Trabalho Humano nas Organizações I (ADM332), ministradas pelo Prof. Adm. Magnus Luiz Emmendoerfer, está organizando o I Congresso de Gestão de Pessoas na Universidade Federal de Viçosa, nos dias 02 a 05 de julho de 2007.


O objetivo deste congresso sem fins lucrativos é promover a interação Universidade/Empresas por meio da difusão de conhecimento, práticas e soluções em Gestão de Pessoas levantadas nas organizações por discentes e docentes da UFV.


O Congresso possui inicialmente o apoio interno do PET ADM, CACE Consultoria Jr. e do Programa de Extensão da UFV “Superação Júnior”. Sua programação contará com apresentações de casos empresariais da região de Viçosa, mesa-redonda e palestras relacionadas à Gestão de Pessoas. Este evento é direcionado a empresários da região, estudantes,especialistas na área de Gestão de Pessoas e comunidade interessada no assunto. Estima-se a participação de 200 pessoas neste evento.


Contatos: (31)3899-1614 / projetosuperacaojr@gmail.com


*Entrei em contato com o Prof. e estou esperando resposta com maiores informações. Assim que tiver uma resposta, divulgarei aqui p vcs.

segunda-feira, junho 18, 2007

Reuniões: Como, Quando e Principalmente Para Quê?


Quase sempre que o cinema e a propaganda mostram um executivo trabalhando ele está numa reunião. E você? De quantas reuniões participa por mês? Só daí, pode-se avaliar a importância das reuniões em nossas vidas. E a tendência é que elas aumentem.


Há razões de sobra para isso: as decisões estão menos centralizadas, houve aumento da participação, aumentou o envolvimento entre diferentes áreas e entre cliente e fornecedor.


Por outro lado, diminuiu a disponibilidade de tempo dos participantes. É terrível estar numa reunião enquanto a mente divaga a respeito de outras preocupações.


Mesmo quando realmente necessárias, as reuniões podem ser extremamente desgastantes ou inúteis. Moral da história: o importante hoje é a qualidade das reuniões. Pensar um pouco antes de realizá-las garante um bom resultado.


Mas pensar no quê? Em primeiro lugar, na sua real necessidade. Certas empresas promovem reuniões devido a uma tradição. Será não podemos transformar esse ritual? Não podemos dispensar certas reuniões que são meros comunicados?


As reuniões mudaram também sua forma: são mais participativas, seus condutores está lá para estimular, ouvir, captar reações. Cada vez mais, as reuniões estão voltadas para trocas. Seja de informações, opiniões ou idéias, o importante é o intercâmbio, a possibilidade de nos ouvirmos uns aos outros e enriquecermos o produto final a partir do trabalho conjunto.


Outras reuniões são feitas para gerar comprometimento. Ou seja, mesmo que os participantes não foram responsáveis pelas decisões, o espaço para perguntar, questionar e discutir ações futuras ajuda o envolvimento futuro, e, portanto maximiza os resultados finais.


No fundo, a qualidade de uma reunião depende de três componentes básicos: o primeiro seria a agenda, que envolve a listagem dos assuntos a serem abordados, uma reflexão sobre o estilo de condução que a reunião demanda, sobre a forma de fechamento e a distribuição de tarefas posteriores.


O segundo componente é o comportamento: é muito comum as pessoas irem a uma reunião para “vender seu peixe”, mais do que para ouvir os demais. Como resultado, a reunião se torna uma chatice e não há troca de idéias, só argumentação.


A forma de comunicação também é importante: reuniões com mais de três pessoas não são ocasiões para se pensar em voz alta. Uma frase mal estruturada dispersa e desinteressa os demais. Mesmo que o conteúdo seja fundamental, não se expressar bem da primeira vez provoca desgaste. A segunda e terceira vez que a opinião for colocada já vai soar como insistência inútil.


Experimente esta breve reflexão antes da próxima reunião. Prepare-se para ela. Não vai levar mais do que 10 minutos.

Observe abaixo um roteiro que vai ajuda-lo a refletir sobre sua próxima reunião:


1. Qual(is) o(s) propósito(s) dessa reunião? Informar? Avaliar reações a uma decisão? Analisar problemas? Trocar e gerar idéias? Tomar decisões?

2. Este propósito será bem atendido através de uma reunião? Há alternativas?

3. Minha presença é realmente fundamental? Posso delegar minha participação à outra pessoa?

4. Em função dos propósitos da reunião, como devo me preparar? Quais informações devo obter? Quais idéias devo levar?

5. Em função desses propósitos, que atitude devo ter durante a reunião? Estou indo para “vender o meu peixe” ou para ouvir os demais? Estou aberto para as divergências?

6. Quanto tempo esta reunião deve durar? O tempo de duração é de conhecimento dos demais participantes? Como vamos nos estruturar para que a reunião dure o menor tempo possível?


(Por Gisela Kassoy: atua na elaboração e desenvolvimento de workshops de criatividade e Inovação, equipes de Geração de Idéias, programas de sugestões, gestão da inovação e formação de facilitadores. Site: www.giselakassoy.com.br - artigo extraído do site secretariando.com.br)

quarta-feira, junho 13, 2007

O Que é... MBA??


Profissionais estão cada vez mais procurando os cursos de Master in Business Administration para sua especialização e boa colocação no mercado de trabalho. Mas o que é MBA? Onde fazer? O curso vale a pena?


"Vale. Para quem está de olho em boas oportunidades de trabalho, o investimento de tempo e de dinheiro em um bom curso de pós-graduação em MBA (Master in Business Administration) já é meio caminho percorrido sobre a imensa estrada da competitividade profissional. O MBA é um título de especialização em gestão de negócios - em diversas áreas como finanças, marketing, logística, recursos humanos, agronegócio entre outras -, que capacita o profissional a atuar como um executivo em seu segmento. De acordo com um levantamento pela Organização e Sindicato das Cooperativas do Paraná (Ocepar), e divulgada na edição número 59 da revista Você S/A, há dez anos os gerentes das cooperativas paranaenses tinham apenas o nível secundário. Hoje, praticamente todos têm 3o. grau completo e pós-graduação. "É a competitividade do mercado que está fazendo com que as empresas procurem profissionais especializados e capacitados em gerir o negócio, a equipe, além de apresentar resultados", resume o economista, professor e coordenador do curso de MBA em Agribusiness da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Mauro Lopes.Hoje, existe uma série de cursos de MBA à disposição dos interessados. Cursos que podem durar um ano, um ano e meio ou até dois anos, caso haja a opção de um estágio fora do País. "É preciso que o candidato escolha uma boa escola para cursar o seu MBA. Isto pesa muito em seu currículo", alerta o professor Lopes. Porém, o custo de um curso de alto calibre pode pesar ao bolso do profissional. A mensalidade de um curso MBA em uma boa escola não sai por menos de R$ 1 mil. "Este investimento é recompensado depois com as boas oportunidades de trabalho", garante Lopes."



"É um curso que não vai deixar você sair de uma entrevista com um sorriso amarelo.

Ao concluir um curso universitário nos Estados Unidos, a pessoa recebe um degree. Se o curso for numa área ligada à administração de negócios, esse degree é chamado de Business Administration, ou, abreviando, BA. No Brasil é a mesma coisa: o formando recebe um grau, e a cerimônia de conclusão do curso é chamada de "colação de grau", sendo que essa "colação" nada tem a ver com o fato de alguém ter colado para passar de ano. Ela vem do latim collatione, "comparação". Significa que o colado adquire o direito legal de ser equiparado a qualquer profissional da área. Mas aí o americano pode decidir que não quer apenas se comparar aos demais, mas se sobressair, e para conseguir isso ele terá de fazer um novo curso. Curso que, no Brasil, até pouco tempo, nós chamávamos de pós-graduação. Lá, esse curso suplementar permite colocar uma outra letrinha antes do BA: o M, de Master. Portanto, o BA dá direito a um degree, e o MBA a um pedigree.
Como todo mundo já percebeu, a sigla MBA colou no mercado de trabalho brasileiro, e o resultado prático disso é que nossos cursos de pós-graduação mudaram de nome. Mas muita gente recém-formada se pergunta se, depois de quatro longos anos de "facu", é mesmo necessário encarar mais dois de MBA. A resposta é "sim", e com ênfase absoluta. Mas, para entender exatamente por que, é preciso fazer uma profunda pesquisa de campo. A pessoa interessada deve se dirigir a um supermercado, procurar a seção de perfumaria, e parar diante da prateleira onde estão os creme dentais, vulgo pasta de dente.
E, quando isso acontece, a área de marketing tem de entrar em ação para criar um "fator diferencial da marca". Foi o que fez a turma da empresa líder do setor, a Colgate: lançou o Colgate com gardol. Um sucesso instantâneo. Isso forçou a vice-líder Kolynos a reagir, o que ela conseguiu ao colocar no mercado o Kolynos com clorofila. E a competição esquentou de vez quando, logo em seguida, apareceu uma terceira marca, Signal, que tinha hexaclorofeno! Embora nenhum consumidor soubesse exatamente qual era o real impacto daqueles três ingredientes no seu teclado bucal, a verdade é que em pouco tempo ninguém mais queria consumir uma pasta de dente que não oferecesse um "algo mais". E isso obrigou as demais marcas a inventar um "componente x" qualquer, o que é a regra do mercado até hoje. Dê só uma olhada aí na prateleira. O creme dental Phillips, por exemplo, tem LMP, e um asterisco na embalagem explica que isso é hidróxido de magnésio. Você sabe o que o hidróxido de magnésio faz? Nããão?
Pois é exatamente o mesmo que um MBA faz por sua carreira: chama a atenção, diferencia, impressiona.
De certa forma, um profissional é como um tubo de dentifrício, que se expõe para chamar a atenção do consumidor final de seu talento - a empresa - com o currículo funcionando como um outdoor. E, assim como o mercado de consumo adotou os hexaclôs e lemepês, o mercado de trabalho se encantou com os mebeás. E com o mercado não se discute, adapta-se. Na hora da entrevista para um novo emprego, gardóis e mebeás têm a mesma finalidade: evitar que o pretendente seja rejeitado e aí tenha que dar aquele sorriso amarelo..."


*Existem diversos MBA's em Secretariado Executivo em vários cantos do Brasil. Não achei nenhuma lista completa desses cursos. No fds pretendo preencher as lacunas do que encontrei em outros sites e colocarei aqui para vcs.

*No site secconsultoria, vcs encontrarão uma lista com algumas opções de pós-graduação.

* Para quem se interessa em fazer pós-graduação nos Estados Unidos, vale a pena conferir :http://www.sk.com.br/sk-mba.html .

segunda-feira, junho 11, 2007

Muito Além do Verbo To Be


Antes considerada um diferencial, atualmente a fluência em Inglês já é um pré-requisito para profissionais dos mais diversos cargos e áreas de atuação. O mundo dos negócios adotou a língua anglo-saxônica para se comunicar, mas outros idiomas também começam a aparecer com força, como o Espanhol, Mandarim (China), Alemão e Francês. E eles, sim, podem fazer a diferença.


O domínio de outros idiomas exige que o profissional tome alguns cuidados na hora de escolher uma escola de línguas, para não ver seu investimento de tempo e dinheiro ir por água abaixo. No entanto, não adianta ter muita pressa, pois determinados idiomas exigem um tempo maior de aprendizado. “O mais importante para o aluno é identificar a sua necessidade e buscar uma escola de idiomas que possa auxiliá-lo nesse objetivo. Um curso de idiomas deve ser encarado como um planejamento de vida, contendo prazos, metas, estudo, etc.”, afirmou Graça Paiva, coordenadora do Corporate, área de atendimento corporativo do Cel®Lep.


Com 500 empresas francesas instaladas no Brasil, o Francês se torna uma opção para os profissionais brasileiros. “O Inglês isoladamente não serve para todas as situações. O importante é você ter o Inglês como língua estrangeira predominante, mas sempre aliar um outro idioma como complemento a isso. O idioma Francês propicia uma formação cultural em conjunto com a facilidade de comunicação em países de língua francesa ou bilíngües, como o Canadá”, disse Renato Vieira, diretor comercial e de marketing da Aliança Francesa em São Paulo.



Confira abaixo as principais dicas para escolher uma boa escola de línguas:
1.Consultar outras pessoas que já freqüentam a escola.
2.Verificar a reputação da escola no mercado.
3.Analisar a relação custo-benefício.
4.Verificar a seriedade, a ética e o compromisso da escola em promover o aprendizado (por exemplo, quanto ao treinamento dos professores).
5.Ambiente acolhedor e estimulador: o aluno não deve se sentir como mais um número de matrícula, mas alguém que será acompanhado e avaliado, e principalmente estimulado a aprender. Escola e aluno, cada um terá a sua responsabilidade.
6.A escola deve mostrar transparência em relação ao que vai oferecer, seja quanto à estrutura ou à forma de atuação.
7.Classes com grupos pequenos geram mais envolvimento e melhores resultados.
8.O mercado está cada vez mais aberto para empresas estrangeiras. Ter um outro idioma como Espanhol, Francês, Italiano, Alemão, Japonês, Chinês pode facilitar na hora da seleção.
9.Procurar uma escola de idiomas que trabalhe de acordo com a sua necessidade e expectativa. Nem sempre os cursos que oferecem grandes promoções vão dar um retorno significativo, ainda mais se você procura um rápido aprendizado para se enquadrar no mercado.
10.Localização da escola também é um fator a ser considerado. Atualmente, algumas escolas possuem filiais pelas principais regiões das cidades para atender a demanda de alunos. Informe-se para descobrir qual delas é de mais fácil acesso para você.
11.A escola deve trabalhar junto ao aluno quanto às expectativas que ele traz para poder maximizar seu aprendizado e conseguir atingir seus objetivos com tranqüilidade.


Inglês para entrevistas
Para quem ainda não sabe, existem escolas de idiomas que oferecem cursos de Inglês para entrevistas. A Melbourne International possui o Job Search Skills for Interviews, que é um curso voltado para profissionais que já possuem um conhecimento prévio do idioma e que realizarão uma entrevista de emprego em Inglês. “Elaboramos o curso de acordo com a área de trabalho do profissional. Tentamos sempre buscar o máximo de conhecimento possível da área dele para poder treiná-lo para a entrevista. A pessoa deve ter pelo menos 100 horas de Inglês e o conhecimento básico da estrutura do idioma. No curso ele aprenderá postura, entonação, pronúncia e outros tópicos”, informou Cristiane Pessuti, proprietária e professora da Melbourne International.


"Nossa escola é especializada também em outros exames, e isso exige que os professores dos cursos sejam bem gabaritados. Alguns profissionais da Melbourne possuem Mestrado em Psicologia voltada à Educação, que une o ensino do idioma com o lado psicológico, fundamental em uma entrevista de emprego. No Job Search Skills for Interviews, os professores devem ter uma noção de processo seletivo, colocação profissional, etc. Trabalhei em uma empresa de captação de profissionais bilíngües e atuava junto ao RH da empresa. Nos processos seletivos que realizávamos, percebi que as pessoas sabiam Inglês, mas não possuíam o conhecimento adequado para uma entrevista. Daí surgiu a idéia de lançar o curso”, concluiu Cristiane.


( Por Gabriel Aguillar, colunista do site empregos.com.br)

segunda-feira, junho 04, 2007

Parabéns SEC-UFV!!!! Nota Máxima no ENADE 2006


A Universidade Federal de Viçosa (UFV) é uma das 45 instituições públicas de ensino do País que receberam o conceito máximo não só na avaliação, como também no índice que mede o conhecimento agregado ao aluno durante o curso (IDD) do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade).

O resultado do Exame de 2006 foi divulgado nesta quinta-feira, dia 31, pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Pesquisas em Educação (Inep), do Ministério da Educação, no qual foram julgados 5,7 mil cursos de 15 áreas distintas do conhecimento.Criado em 2004, o Enade testa os conhecimentos dos estudantes que estão concluindo (com pelo menos 85% dos créditos feitos) e dos que estão começando a faculdade (com 25% dos créditos cursados). A partir daí, mede-se o avanço entre um iniciante e um formando, por meio de um índice, o IDD, criado para calcular esse conhecimento agregado.

No resultado de 2006, as instituições públicas registraram 54,3% dos conceitos mais altos (4 e 5) nas áreas avaliadas, enquanto 30% das particulares receberam os conceitos mais baixos.Dos 38 cursos de graduação oferecidos pela UFV, no ano passado, apenas seis foram avaliados pelo Enade. Deste número, quatro obtiveram o conceito 5 (Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Direito e Secretariado Executivo) e dois o conceito 4 (Administração e Comunicação Social- Jornalismo). Segundo o presidente do Inep, Reynaldo Fernandes, “uma escola alcançar cinco nos dois conceitos é muito raro. Significa que os alunos saem muito bons dessas escolas e elas conseguiram agregar muito conhecimento a eles”.

(Fonte: www.ufv.br)