segunda-feira, abril 09, 2007

O Diabo Veste Prada - O emprego dos sonhos vem com um pesadelo de chefe.

A relação entre chefes e subordinados sempre rendeu assunto para estudos, palestras, workshops, discussões e, claro, filmes. Na década de 1980, a comédia Como eliminar seu chefe mostrava as aventuras de três secretárias que arquitetavam um plano para assassinar o patrão machista. Mais de 20 anos depois, o machismo está fora de moda, mas essa relação hierárquica ainda é tema atual em Hollywood e em todo planeta. Estréia no dia 22 de setembro nos cinemas brasileiros O diabo veste Prada . Inspirado no livro homônimo de Lauren Weisberger, o filme trata desse delicado envolvimento.
O diabo veste Prada narra a história de uma jovem jornalista recém-formada e idealista do interior dos Estados Unidos, Andrea Sachs (interpretada por Anne Hathaway, fotos abaixo), que vai para Nova York e consegue o emprego “dos sonhos de milhões de garotas”: ser assistente de Miranda Priestly (Meryl Streep, foto acima), a lendária e temida editora da famosa revista de moda Runway. Na verdade, esse mergulho no mundo fashion foi dado pela autora, Lauren Weisberger, que, recém-saída da faculdade, conseguiu realmente uma vaga como assistente de Anna Wintour, editora poderosa da Vogue norte-americana. Em meio a marcas consagradas como Prada, Gucci, Valentino e Versace, entre outras, Lauren percebeu que o emprego dos sonhos de milhares de mulheres era, de fato, um pesadelo. Então decidiu escrever o livro que se tornou um sucesso mundial e deu origem ao filme.
No escurinho do cinema:
Somente para nos situarmos, Andréa é uma jovem talentosa, inteligente, que nunca ligou para moda nem sequer ouvira o nome da poderosa Miranda Priestly. No entanto, aceita o emprego porque uma indicação de Miranda poderia colocar sua carreira no rumo que ela sempre desejara. Por isso, cumpre as tarefas mais absurdas – como conseguir o manuscrito inédito do mais recente livro de Harry Potter, para que as filhas da editora possam ler antes de todas as crianças do mundo as novas aventuras do bruxinho –, e, aos poucos, vai assimilando as coisas boas que essa experiência pode lhe trazer.
Embora seja um filme bem-humorado e leve, e que aborda mais especificamente o universo da moda, O diabo veste Prada traz à tona questões pertinentes a qualquer profissão e para qualquer profissional, o que possibilita fazer uma analogia entre as situações que vemos na tela e o nosso cotidiano. Vejamos algumas delas:
Planejamento:
O diabo veste Prada: Andrea nunca se viu trabalhando em uma revista de moda, mas a possibilidade de conseguir uma boa referência e abrir as portas de outras revistas a fez aceitar o desafio.

Vida real: o primeiro emprego, ou mesmo o atual, pode não ser o trabalho dos sonhos, mas olhar as possibilidades que ele pode criar é uma maneira de planejar a carreira e olhar para seu futuro profissional.
A mulher chefe:
O diabo veste Prada: Miranda Priestly é uma mulher poderosa, bem sucedida, que escolheu colocar o trabalho acima de tudo em sua vida. Ela é talentosa e exerce sua função como poucas. Seu grande erro foi ter se tornado uma pessoa de difícil trato. “Há muitas mulheres famosas e tão bem-sucedidas quanto Miranda Priestly, e é muito fácil criticá-las por terem colocado o trabalho em primeiro lugar. Raramente se critica os homens por isso”, disse David Frankel, diretor do filme.

Vida real: há muito tempo a mulher já vem ocupando seu espaço no mercado de trabalho. Seu grande desafio atualmente é conseguir conciliar o papel de profissional, esposa (namorada) e mãe e não se deixar masculinizar.
Pessoal x profissional:
O diabo veste Prada: no filme, as personagens não têm vida pessoal ou perderam aquela que tinham.

Vida real: equilibrar vida pessoal e profissional é uma das tarefas mais difíceis no mundo corporativo. Mas é preciso levar em consideração até onde vale a pena beneficiar uma das duas em detrimento da outra.
Tarefas impossíveis:
O diabo veste Prada: a personagem tem de atender aos desejos mais absurdos de sua editora e estar disponível 24 horas por dia.

Vida real: quantos profissionais não sofrem com metas quase inatingíveis e chefes exageradamente exigentes.
Aprendendo sempre:
O diabo veste Prada: Andrea aprendeu não somente a se vestir melhor, mas percebeu a estupenda profissional que era sua chefe. Apesar de todos seus defeitos, ela procurava a excelência em seu trabalho.

Vida real: temos sempre algo a aprender, e todo aprendizado, mais cedo ou mais tarde, será útil em nossa vida pessoal e profissional.

Especialmente para as mulheres, o filme é uma aula de moda e de como se vestir bem. Ele mostra acessórios que habitam o sonho de consumo de qualquer mulher, seja profissional, mãe, esposa, dona de casa...

Ah, quase ia esquecendo. Você deve estar se perguntando se Andrea conseguiu o manuscrito inédito de Harry Potter . Bom, você terá que ver o filme para descobrir. Aproveite a pipoca e divirta-se.
(Por Gisèle de Oliveira, colunista do site empregos.com.br)

sábado, março 31, 2007

Conhecendo uma EMPRESA JÚNIOR


Empresa Júnior é uma associação civil, sem fins econômicos, constituída e gerida exclusivamente por alunos de graduação de estabelecimentos de ensino superior, que presta serviços e desenvolve projetos para empresas, entidades e sociedade em geral, nas suas áreas de atuação, sob a orientação de professores e profissionais especializados.


A Empresa Júnior tem a natureza de uma empresa real, com diretoria executiva, conselho de administração, estatuto e regimentos próprios. Com uma gestão autônoma em relação à direção da faculdade, centro acadêmico ou qualquer outra entidade acadêmica.


A Empresa Júnior deve ter como objetivos:

*Proporcionar ao estudante aplicação prática de conhecimentos teóricos, relativos à área de formação profissional específica;

*Desenvolver o espírito crítico, analítico e empreendedor do aluno;

*Intensificar o relacionamento empresa-escola;

*Facilitar o ingresso de futuros profissionais no mercado, colocando-os em contato direto com o seu mercado de trabalho;

*Contribuir com a sociedade, através de prestação de serviços, proporcionando ao micro, pequeno e médio empresário especialmente, um trabalho de qualidade a preços acessíveis;




Dentro da Universidade Federal de Viçosa, temos a SEC JR., empresa junior de Secretariado Executivo, que proporciona aos alunos um contato direto com o mercado de trabalho e desperta requisitos importantes como: criatividade, flexibilidade, iniciativa, capacidade de lidar e resolver problemas, além de proporcionar ao acadêmico a oportunidade de exercer a prática de conhecimentos protocolares, planejamento, consultoria, etc.

A principal função das empresas juniores é essa: fazer com que o graduando tenha sua primeira experiência profissional ainda na Universidade e prestar serviços de qualidade à sociedade.




SEC júnior

(Empresa Júnior de Secretariado Executivo Trilíngue)


Fundada oficialmente em dezembro de 2003, a SEC Jr. é uma Empresa Júnior que reúne qualificados estudantes do curso de Secretariado Executivo Trilingue, da Universidade Federal de Viçosa. Esta empresa possui o papel de auxiliar e assistir os clientes na melhoria de seu desempenho, nos aspectos de eficiência, tecnologia e no aprimoramento das relações interpessoais.


Objetivos:

*Estímulo ao empreendedorismo;

*Aplicação prática de conhecimentos teóricos;

*Contribuição para a sociedade através da prestação de serviços de qualidade e com preços acessíveis;

*Promoção da responsabilidade social;

*Facilitar o ingresso de futuros profissionais no mercado de trabalho.


Portfólio de Serviços:

*Realização de Eventos: Planejamento e Organização; Consultoria de Protocolo e Cerimonial;

*Serviços de Intérprete, Tradução, Versão e Revisão de textos (Inglês, Francês, Espanhol, Alemão, Italiano);

*Elaboração de Currículos, "Abstracts" e documentos de caráter oficial;

*Otimização de Secretaria: Gerenciamento de Secretarias; Treinamento e Atendimento;

*Central de Assessoria: Organização de Viagens; Organização de Reuniões; Elaboração de Manuais Operacionais.



Achou nossa empresa interessante? Junte idéias, pessoas e vá a luta! Monte sua empresa junior e engorde seu currículo ainda mais! É uma experiência única.

Acesse o site da Federação das Empresas Juniores do Estado de São Paulo (www.fejesp.org.br) e saiba como montar sua empresa junior.


Para entrar em contato com a SEC Jr. mande um e-mail para secjuniorconsultoria@yahoo.com.br ou ligue (31) 3899 2609.

sexta-feira, março 23, 2007

Vinte Habilidades Imprescindíveis a Qualquer Profissional


Todos querem trabalhar numa excelente corporação. Todos querem estar nas "Melhores Empresas Para Se Trabalhar". O que nem todos captam, é que quem faz esta ou aquela empresa ser uma organização bem quista por todos, são as pessoas. São os funcionários, os capitais humanos que faz com que uma empresa cresça e se multiplique em seu nicho mercadológico. Logo, o que faz uma empresa ser melhor para se trabalhar é a própria pessoa que nela atua. Várias pessoas têm conversado comigo, seja após minhas palestras, seja quando me contratam para ministrá-las, e me perguntam quais habilidades esses profissionais devem ter para fazer de qualquer organização, uma empresa melhor. Como estou sempre observando o ambiente onde me encontro, para identificar tendências e analisar como é o comportamento das pessoas, pude perceber quais são as necessidades das organizações, e quais são os profissionais que estão um passo a frente dos demais.

Procurei sintetizar o que observei para poder compartilhar com você um pouco dessas habilidades, que, creio, são imprescindíveis. Noto que essas habilidades fazem parte das pessoas que possuem um perfil empreendedor. Nas minhas palestras, costumo dizer que, se eu fizesse parte dos Recursos Humanos de uma empresa, somente contrataria uma pessoa que tivesse brilho nos olhos, uma "cara de orgasmo", ou seja, que fosse cheia de vitalidade, de energia, que não vê a hora de arregaçar as mangas e começar a fazer aquilo que ela tem de melhor, porque ela tem consciência do que pode agregar e o que pode fazer de diferente em seu ambiente profissional. Além desse brilho único no olhar e da consciência da relevância que ela tem no que faz, eu destaco ainda outras habilidades:

1) Integridade e Coerência. Revela a capacidade que o profissional tem de se relacionar. Faz com que as outras pessoas se comprometam e cooperem com ele. Para isso é preciso confiança dentro de uma organização, bem como potencializar alguns pontos do profissional: analisar as situações em que houve um descomprometimento com alguma tarefa; informar aos outros quando não irá poder cumprir com uma tarefa, para não perder sua credibilidade; aplicar os feedbacks em suas ações; reconhecer seus erros perante os demais; fazer um planejamento, como um fluxograma, dos compromissos adquiridos que devem ser cumpridos.


2) Flexibilidade. É a atitude para lidar com os imprevistos e contornar os momentos de crise. Para isso, tem que se “treinar” a improvisação. Mas como? Há alguns pontos que ajudam esse treinamento: reduzir o tempo que se emprega planejando uma tarefa; sempre que puder troque um trabalho que exige minuciosidade e morosidade por ações; trabalhe com equipes que contenham uma diversidade de pessoas, que vai te ajudar a aceitar que não existem verdades absolutas; crie o costume de pedir a opinião para toda sua equipe, e observe os vários pontos-de-vista para resolver um determinado problema; marque num papel os motivos que o levaram a determinar certa decisão, e se você os mantém ou não quando a situação muda de rumo.

3) Autoconfiança e Autoconhecimento. Essas habilidades são importantes para você assumir riscos e ter segurança, são ótimas para o espírito empresarial, visando ser um líder e empreendedor. Para isso saia da sua zona de conforto e comece a ter uma visão mais ampla de até onde você pode chegar; marque num papel seus objetivos, circule os que já alcançou e sempre determine novos; fuja das pessoas muito protetoras e de superiores que não delegam tarefas, limitando sua capacidade; para melhorar seu autoconhecimento tente enxergar como as pessoas ao seu redor o vêem, ou procure um especialista no assunto, como um terapeuta, para melhorar suas capacidades pessoais.

4) Intuição. Deixar guiar-se pela sua intuição pode ajudar a livrar-se de um problema rapidamente, quando há escassez de tempo, e ajuda a melhorar sua capacidade de criação. Para isso é preciso aprender a pensar intuitivamente, como um “efeito helicóptero”, que significa ver as coisas de cima com uma certa distância; tente resolver um problema que pode até ser óbvio para os outros, e encontre mais de uma solução; quando tiver que explicar situações complexas, crie o hábito de simplificar as informações, identificando o ponto-chave para aqueles que concordam com a sua argumentação.


5) Capacidade Crítica. Habilidade para analisar criticamente toda tarefa que lhe é delegada. Como se todo projeto ou trabalho seja feito com todos os prós e contras. Segundo os especialistas essa é uma das habilidades mais difíceis de se desenvolver, porém há algumas maneiras de exercitá-la: tente utilizar o lado mais racional do cérebro, evitando tomar decisões baseadas nas emoções; melhore sua capacidade de enxergar a realidade, analisando separadamente cada uma das partes que condicionam a solução de um problema, e peça a ajuda de outras pessoas para descobrir novos fatores que você não havia percebido; crie o hábito de marcar num papel qual o motivo lógico (racional) que o levou a chegar a determinada conclusão; discipline sua mente para criar todas as argumentações possíveis para defender suas idéias, sem se esquecer os detalhes como datas e investimentos.

6) Iniciativa. Serve para tornar as idéias boas em prática. É agir com velocidade e inovação. Para potencializar essa habilidade: ofereça ajuda para resolver situações difíceis e imprevisíveis; se tem tendência a evitar os riscos, passe a considerar os erros cometidos no passado como novas oportunidades para aprender; desenvolva atividades que estão coligadas à iniciativa como delegar tarefas, análise de custo-benefício; clarifique suas prioridades para colocá-las em prática.


7) Compreensão. Refere-se a compreensão e domínio da cultura da organização, otimizando o relacionamento de todos aqueles que trabalham, para ter um bom relacionamento com colegas, clientes e fornecedores. Para isso analise sua organização internamente, averigüe seu funcionamento e saiba dos obstáculos que possa vir a enfrentar; quando te anunciam um caminho, tente descobrir como as outras pessoas da organização reagirão em relação a esta nova meta.

8) Competitividade. Ter metas claras, não deter-se em chegar ao objetivo comum. Preocupar-se em realizar um excelente trabalho, ir além dos objetivos determinados por seus superiores, ter tendência a inovar e desfrutar coisas que antes não conseguia. Todos esses fatores referem-se a uma competitividade sadia, um passo para o sucesso. Esta habilidade está intimamente ligada às suas emoções e motivações pessoais. Questionar sobre seus objetivos e metas; sobre aquilo que realmente gosta de fazer e evitar rotinas de trabalho, sempre inovando, é um modo de potencializar essa habilidade.


9) Visão no cliente. Descobrir os desejos ocultos do outro, investir tempo sobre as necessidades das outras pessoas e clientes, enfim, detectar aquilo que satisfaz o cliente. Para potencializar essa habilidade: controle suas emoções e tenha flexibilidade para relacionar-se com os diversos tipos de pessoas; quando tem que lidar com clientes que não são muito claros naquilo que desejam, aprenda a questioná-los, para detectar sua real necessidade e desejos; tente manter-se sempre disponível para o cliente; seja simpático; desenvolva um histórico de pedidos de todos os seus clientes, para que quando eles entrarem em contato, você possa otimizar a comunicação.


10) Compreensão interpessoal e empatia. Ter sensibilidade para lidar com todos, satisfazer aos demais, tornar-se o líder do grupo graças a sua empatia. Esta é a habilidade chave, principalmente para aqueles que lidam diretamente com o atendimento ao cliente e profissionais na área de prestação de serviços, pois cabe a esses profissionais identificar com empatia aquilo que seus clientes realmente necessitam. Na verdade, a empatia se desenvolve com a prática, primeiro conscientemente (tomando notas do que o outro diz, escutando dúvidas e necessidades), e depois convertendo isso num hábito diário.


11) Capacidade de liderança. É a capacidade natural dos outros seguirem a você. Se você tem facilidade em motivar seus colegas de trabalho, e eles sempre pedem a sua opinião para tomar decisões importantes, você já tem essa capacidade dentro de si. Fazer com que os superiores também te sigam é uma boa proposta. Para pontecializar ainda mais essa capacidade, dedique uma parte do seu tempo para escutar os demais da equipe, conhecer os problemas pelos quais estão passando e deixar claro que eles podem confiar em você para alcançarem suas metas; tente ganhar o respeito dos demais por meio de suas atitudes, trabalhando com coerência e dando sempre o bom exemplo.


12) Persuasão. Influenciar e persuadir os demais para alcançar os objetivos propostos é uma habilidade muito poderosa. Alguns têm um inexplicável magnetismo com os outros membros da equipe, para que eles dêem o melhor de si. Mas, para conseguir ganhar mais capacidade de persuasão, há algumas dicas: melhore sua capacidade de comunicação e a maneira de por no papel o planejamento das metas; seja coerente em tudo o que diz ou faz, pois é a segurança de sua credibilidade, e assim poderá fazer com que os outros te sigam. Apenas não confunda essa poderosa habilidade de persuadir com a de manipular as pessoas, pois nesse caso essa capacidade deixa de trazer benefícios profissionais para você.


13) Relacionamentos/Pessoas. Manter relações de longo prazo com os colegas de trabalho fora do ambiente profissional; dominar as habilidades interpessoais importantes, como escutar os outros; trabalhar orientando-se nas pessoas e não nas tarefas. Essas e outras atitudes pertencem a uma habilidade muito valiosa e bem requisitada no meio corporativo pelas grandes empresas: a capacidade de relacionamento interpessoal. Para aprimorar essa habilidade: compartilhe com os demais seus assuntos pessoais; escolha pessoas que mais têm afinidade contigo, e estabeleça uma relação de confiança dentro e fora do ambiente de trabalho; trate cada um de forma personalizada; amplie sua rede de relacionamentos, entrando em contato com pessoas novas em reuniões, por exemplo.


14) Coaching. A palavra coach em português significa treinador, mentor. Quem tem a habilidade de “coaching” é aquela pessoa capaz de observar o trabalho em equipe e identificar quais os indivíduos são mais adequados para executar determinada tarefa; consegue abranger as necessidades pessoais de cada um com as necessidades da empresa como um todo e se preocupa para que toda equipe se desenvolva e cresça profissionalmente. Para aprimorar sua capacidade de coach, é preciso primeiramente se espelhar em um outro coach, que te ajude a identificar suas próprias fortalezas, e fazer com que você desenvolva-se profissionalmente, cada vez mais.


15) Trabalho em Equipe. Se sentir bem em estar colaborando com todas as pessoas, em que elas também lhe digam o que deve fazer; escutar e respeitar as opiniões alheias diversas das suas; preferir trabalhar em conjunto para alcançar um objetivo comum a trabalhar sozinho para almejar por metas individuais. Essas são atitudes daqueles que possuem essa brilhante capacidade de trabalhar em equipe. Aprender a aceitar críticas; aprender a delegar tarefas; pedir opiniões para os demais e eliminar as barreiras formais em situações rotineiras são formas de você pontecializar mais essa habilidade.


16) Visão do Negócio. Para aqueles que se preocupam em estar sempre atualizados; têm a própria opinião sobre em qual lugar está sua organização e para onde ela irá caminhar e é capaz de prever as conseqüências das suas decisões antes que elas virem um problema. Essas são as características de quem já possui essa habilidade, de aguçar seu faro para um todo. Para pontecializar ou começar a treiná-la: desenvolva seu lado e sua curiosidade intelectual, acostumando-se a ler livros, revistas e jornais periódicos; dedique uma parte do seu tempo para planejar, analisar e estabelecer prioridades na sua área de atuação; para prever possíveis conseqüências no futuro, passe a analisar a realidade do mercado em longo prazo, contrastando dados do passado com dados do presente.


17) Autocontrole das Emoções. Controlar as situações difíceis e ter capacidade para suportar com naturalidade as situações de máximo estresse. Essas são algumas das características das pessoas que possuem essa habilidade. Para otimizar o controle das suas emoções, ou começar a ter essa habilidade: tome as decisões importantes em momentos de lucidez e não quando você estiver de mal-humor; aprenda a frear as reações negativas, contar até 10 já começa a resolver, ou peça para que alguém te ajude a se controlar; pare para respirar se necessário; potencialize sua habilidade interpessoal com os demais, assim você entenderá os pontos-de-vista dos outros, o que lhe ajudará a compreender melhor suas reações negativas em alguns momentos.


18)Comunicação e Negociação. Aqueles que têm a capacidade para iniciar conversas com todos os tipos de pessoas e que, quando explicam assuntos complexos aos demais, conseguem fazer com que eles captem a mensagem logo em seguida. Essas são características das pessoas que possuem a habilidade da comunicação e negociação em evidência. Para otimizar ainda mais essa habilidade: use o feedback para descobrir quais são os obstáculos que te limitam quando se comunica com os demais; para evitar mal-entendidos, use sempre expressões como “ajude-me a...”, assim você consegue negociar e delegar tarefas aos demais.


19) Agilidade para tomar decisões. Não deixe que uma análise excessiva dos fatos faça com que você não tome decisões, te paralise. Essa habilidade se encaixa perfeitamente nas áreas em que se exijam resultados imediatos e decisões estratégicas, sem perder tempo em longas reuniões. Para otimizar: sempre analise todas as informações possíveis antes de tomar uma decisão, evite agir sob pressão; crie o hábito de anotar como você resolve os problemas mais complexos, assim quando tiver que tomar uma decisão difícil, já saberá como resolvê-los.


20) Aprendizado e Desenvolvimento Pessoal. Aqueles que estão dispostos a iniciar novas tarefas e buscar novos enfoques ou novos modos de fazer as coisas; sentem-se mais motivados com o desenvolvimento pessoal do que com as recompensas materiais que possam vir a ter. Essas são algumas das características que essa habilidade influi. Para otimizar ainda mais ou desenvolver essa habilidade: tente melhorar sua autocrítica com os feedbacks, pois, com eles os outros lhe informam o que está indo bem e mal com você. Se você for capaz de assumir suas críticas e erros será capaz de desenvolver qualquer aprendizado.


domingo, março 18, 2007

"Manual das Secretárias, Comissárias e Modelos"... ahhhh pára!


Todos os graduandos de Secretariado com certeza já tiveram o "prazer" de ver este manual entitulado "Manual das Secretárias, Comissárias e Modelos", que possui fotos de mulheres loiras oxigenadas pintando as unhas de vermelho e com o telefone ao lado, além de outras ilustrações que seguem essa linha. Qual é a reação? Achar ridículo, reclamar sobre a desvalorização e o não-reconhecimento do profissional, etc etc etc.

Vale lembrar que esse livro foi escrito há mais ou menos 20 ou 30 anos, quando a nossa profissão ainda não possuía grande conhecimento nas empresas e o trabalho de secretária era meramente mecânico e não exigia nenhuma formação especial.


Hoje vou escrever sobre um tema muito interessante, o qual nunca tinha pensado... uma leitora me pediu um texto que relacionasse Secretariado e a profissão de Comissário de Bordo. Logo lembrei deste Manual, tão aterrorizado pelos futuros profissionais de Secretariado.

Pesquisando sobre o assunto, percebi que as duas carreiras tem muito em comum!

O perfil é o mesmo: exige muito jogo de cintura para resolver problemas em questão de minutos, atenção aos detalhes, planejamento, bom humor, transmissão de informações, entre outros. Fazendo uma comparação superficial, podemos dizer que enquanto o Secretário Executivo é a ponte de informação entre a gerência e o chão de fábrica, os Comissários são a ponte de informação entre a Cabine de Comando e os passageiros. Ambos representam o "cartão de visita" para a empresa que prestam serviços. As semelhanças não param por aí, são diversas.


Infelizmente, ainda não consegui encaixar a imagem da modelo entre essas profissões. Ainda bem que o tempo de secretária-modelo acabou e deu espaço para a secretária-cérebro!


Abaixo, estão informações sobre o egresso na profissão de Comissário. Infelizmente, este só é possível através de um curso específico que é feito após o término do segundo grau.


1. Existem alguns requisitos básicos para quem quer escolher essa área:
*altura mínima de 1,58m e máxima 1,80m para mulheres e mínima de 1,67m e 1,85m máxima para homens;
*peso compatível com a altura;
*boa aparência;
*capacidade de decisão;
*desembaraço;
*discrição;
*excelente saúde;
*firmeza;
*gosto por servir;
*senso de conveniência;
*idade mínima de 18 anos e máxima de 30;
*fluência em Inglês e, se possível, em mais um idioma;
*2º grau completo.


COMO ENTRAR NA ÁREA:

Depois de preencher todas as exigências acima, o futuro comissário deve freqüentar uma Unidade de Instrução Profissional, entidade homologada pelo Departamento de Aviação Civil para cumprir o Programa de Instrução Teórica e Prática estabelecido no Manual de Curso de Comissário de Vôo, com carga horária de 138 horas-aula. Após um mês, o candidato passa por um exame físico no Centro de Medicina Aeroespacial e somente aqueles em perfeitas condições físicas e psicológicas continuam.
O curso inclui aulas de etiqueta, postura, maquiagem, dicção, expressão corporal, conhecimentos gerais de aeronaves, noções de medicina, primeiros socorros, serviços de bordo, simulação de acidentes, sobrevivência na selva e no ar e combate a incêndio.
Depois de aprovado no curso e como certificado do CEMAL, o candidato faz o exame teórico do Departamento de Aviação Civil para obter o certificado de conhecimento técnico, e aí sim está apto a concorrer a uma vaga no mercado. As provas acontecem três vezes por ano, em abril, agosto e novembro.
O recrutamento geralmente se faz pelos currículos que chegam às companhias aéreas e as grandes empresas costumam manter um cadastro de currículos.
A remuneração geralmente é fixa, entre R$ 900,00 e R$ 3.000,00, mais as diárias para os dias passados fora da cidade onde estão baseados. Um comissário iniciante que faz vôos domésticos nacionais pode ganhar em torno de R$ 1.200,00 e quando é promovido para rotas internacionais seu salário se multiplica.
O mercado de trabalho para essa área é promissor, apesar de saturado. Entre 1991 e 1996 andou fechado, voltando a se aquecer em 1997, quando as companhias aéreas finalmente aumentaram seu quadro de funcionários. Só a Varig, por exemplo, admitiu nessa época 450 funcionários, um número considerável se pensarmos que no Brasil existem seis mil profissionais dessa área. Em geral, o mercado é competitivo e a seleção é bastante rigorosa. O domínio do idioma Inglês é imprescindível e os candidatos que sabem falar línguas orientais são ainda mais disputados, principalmente quem conhece o idioma japonês.


(Fonte Consultada: www.catho.com.br)


Para saber mais, acesse:






quinta-feira, março 15, 2007

Diplomata: "informar, representar, negociar"


Não é uma vida fácil. A carreira de Diplomata exige do profissional muita dedicação aos estudos e olho vivo no mundo. É preciso estar atento aos acontecimentos internos e externos do país, para se sentir preparado para defender os interesses nacionais em negociações externas de caráter bilateral ou multilateral. É uma profissão em constante mudança e atualização. É moldada juntamente com os avanços da globalização mundial.


A versatilidade e a capacidade de adaptação são duas qualidades absolutamente essenciais para o desempenho da profissão. No plano temático, o diplomata tratará, ao longo de sua carreira, dos assuntos mais diversos, de natureza política, econômico-comercial, científico-tecnológica, cultural, consular ou administrativa, entre outras. Há serviços diplomáticos que procuram promover a especialização de seus funcionários, no entendimento de que se trataria de um requisito indispensável para capacitá-los a melhor enfrentar o desafio da crescente complexidade técnica de toda uma série de assuntos da rotina diplomática.


O diplomata deve ter também versatilidade e capacidade de adaptação para poder enfrentar as diferentes condições de vida por que passará ao longo de sua carreira. A realidade da carreira do diplomata não corresponde a um outro cliché bastante difundido -- o de que se trataria de uma opção profissional para quem deseja ter a possibilidade de viver em países aprazíveis no exterior. Na verdade, a grande maioria dos diplomatas passam invariavelmente pela experiência de viver em países difíceis, com riscos de saúde ou de segurança para si e para sua família. Além disso, o diplomata pode muitas vezes passar por situações de conflito interno ou externo no país em que está acreditado. Outras vezes, ele próprio torna-se alvo de ações violentas com fins políticos. Por esses motivos, por determinação legal, o serviço diplomático brasileiro procura designar cada funcionário para servir, de forma alternada, em postos de vida aprazível e em postos de condições de vida difíceis.


COMO INGRESSAR NA CARREIRA?

O curso vem passando por uma série de transformações. Deixou de ser um curso de graduação. Hoje, é uma pós-graduação, um mestrado em diplomacia.
O estudante faz um mestrado e meio em um ano. Estuda 560 horas. A média de leitura semanal é de 400 a 450 páginas.
Os estudantes recebem um salário de R$ 3.800. O curso é oferecido pelo Instituto Rio Branco, do Ministério das Relações exteriores, em Brasília. É preciso prestar concurso para o ingresso.
Para inscrever-se é necessário: ser brasileiro nato, ter mais de 21 anos e menos de 35, estar em dia com o serviço militar e as obrigações de eleitor, ter bons antecedentes e ter concluído curso superior.


MERCADO DE TRABALHO:

É o mercado oficial, só da carreira diplomática. O cargo inicial é de terceiro secretário, o de embaixador é o nível mais alto da profissão. O diplomata é promovido não apenas em função do tempo de serviço, mas também em reconhecimento pelo seu aperfeiçoamento e empenho profissional.


Acesse:

Instituto Rio Branco -





sábado, março 03, 2007

Secretariado.... que bicho é esse?

Foto: Trote (Secretariado 2005 -UFV)

Esse post vai ser dedicado aos calouros!! A galera sempre chega um pouco perdida, então vou tentar ajudar vocês como boa veterana que sou! Rs*


B E M - V I N D O S !


O CURSO:

O Secretário Executivo é um profissional que está atento às mudanças organizacionais de valores, crenças e comportamentos. As modificações administrativas, decorrentes da globalização, fizeram com que a função do Secretário Executivo fosse repensada. Para tanto, exige-se:

Competência técnica: conhecimentos de administração, psicologia, comunicação, liderança, finanças, economia, sociologia, informática, idiomas, além do aperfeiçoamento da língua portuguesa.

Competência social: capacidade de se automotivar, liderar, de se relacionar, motivar pessoas, resolver conflitos, autoconhecer-se, assumir responsabilidades, aprender continuamente, visando à melhoria das relações interpessoais, fundamental nas áreas de negócios, planejamento e assessoria.

Aptidões para: saber posicionar-se frente ao multiculturalismo, estabelecer níveis amplos de relacionamento, criar redes de cooperação e de sinergia, desenvolver padrões pessoais de qualidade, eficácia e produtividade.


ÁREAS DE ATUAÇÃO:

• Assessoria e consultoria administrativas em empresas públicas, privadas, nacionais e multinacionais;

• Organização, planejamento e execução de eventos;

• Gestão de cerimonial e protocolo;

• Secretaria de ONGs e outras entidades do terceiro setor;

• Assessoria e planejamento de reuniões e viagens;

• Organização e gestão das rotinas de escritório.


ÉTICA:

O desenvolvimento de atitudes éticas e solidárias é uma das características marcantes dos Cursos de Secretariado Executivo. Isso contribui para que o profissional se tome agente de transformação social, além de agregar diferenciais nas relações interpessoais e de trabalho.


MERCADO DE TRABALHO:

O mercado de trabalho para o Secretário Executivo está em expansão devido à valorização desse profissional, à abertura de novos campos de trabalho, à expansão e diversificação das empresas e corporações e ao crescimento da procura por profissionais altamente qualificados, tanto do ponto de vista técnico quanto humanístico. A área de atuação do Secretário Executivo é ampla:

• Empresas públicas e privadas em todos os ramos de atividades;

• Empresas de Importação e Exportação;

• Órgãos do Poder Público;

• Serviços de Assessoria e Consultoria;

• Empresas de Assessoria e Consultoria, Próprias ou de Terceiros;

• Empresas Multinacionais;

• Consulados;

• Profissionais Liberais que atendem a outros países;

• Empresas de Eventos e Cerimonial;

• Instituições de Ensino Superior, no exercício de Docência e Pesquisa.


PERFIL DO EGRESSO:

O mercado de trabalho necessita de secretários executivos com competência para promover e participar do processo de gestão e desenvolvimento nas empresas públicas e privadas para atingir metas de qualidade e produtividade. A profissão engloba multiplicidade e diversidade de tarefas. Por isso o secretário executivo trabalha na organização e no planejamento de ações e não apenas na função executiva. O secretário executivo deve utilizar-se de novos conhecimentos para aprimorar o seu capital intelectual e atuar em um mercado altamente competitivo e em constantes transformações. Para capacitar o profissional a atuar em mercados gtobalizados e em transformação, se impõe o conhecimento de línguas estrangeiras, além do aperfeiçoamento na língua materna. Não se trata apenas de um conhecimento verificável na expressão escrita, mas, sobretudo, na influência oral, visando à melhoria das relações interpessoais, tão fundamental nas áreas de negócios, planejamento e assessoria.Em seu papel de assessora e empreendedorismo competente, o secretária executivo deve estar apto para atuar como:

• Gestor;

• Assessor Executivo;

• Empreendedor;

• Agente pró-ativo;

• Consultor;

• Agente polivalente;

• Coordenador de informações;

• Facilitador das relações interpessoais.


Um secretário executivo competente é um executivo adjunto, e deve ser:

• Inovador;

• Dinâmico;

• Polivalente

• Negociador;

• Culto;

• Participativo;

• Conhecedor de tecnologias;

• Competente no uso da língua materna e das línguas estrangeiras ínglesas e espanholas;

• Pesquisador;

• Gestor de fluxo informativo;

• Conhecedor de gestão estratégica;

• Administrador de conflitos;

• Semeador de confiança;

• Leitor de ambientes para fins de promoção de mudanças;

• Competente nas relações interpessoais, grupais e organizacionais com internalização dos valores, responsabilidades sociais e ética profissional;

• Interessado no desenvolvimento de áreas de atuação e pesquisa;

• Intelectual com formação diferenciada;

• Multiespecialista;

• Discreto;

• Criativo;

• Conhecedor de protocolo, cerimonial e etiqueta;

• Bem humorado;

• Cordial.

Multiplicidade


Ao longo dos dias, eu tentei mostrar a vcs o quanto a profissão é flexível e pode se encaixar em praticamente todas as áreas, através das especializações oferecidas no mercado. Foram poucos os exemplos dados. Na verdade, é impossível limitar a atuação do profissional de Secretariado, devido a multiplicidade da nossa formação. Fica aí a dica: você pode fazer o que quiser, desde que desenvolva as habilidades tão requisitadas e trabalhadas em nossa formação - estudo de idiomas, criatividade, flexibilidade, inteligência emocional e atualização constante.


Boa Sorte para Nós!!!

sexta-feira, março 02, 2007

Arquivologia - Novas Tecnologias Otimizam Serviço e Exigem Sólida Formação Disciplinar e Cultural


A necessidade do rápido acesso à informação como condição para a agilidade das rotinas e a transparência das gestões administrativas vem conscientizando cada vez mais governantes, empresários e a população em geral sobre a importância da preservação da documentação de empresas e instituições, sejam elas públicas ou privadas. A preservação e o acesso a documentos guardados em arquivos públicos é um direito garantido constitucionalmente, cabendo ao arquivista o tratamento integral para que eles sirvam de elemento de prova ou testemunho, caso sejam requisitados.


O arquivista é o profissional que objetiva o conhecimento da natureza dos arquivos, das teorias, métodos e técnicas a serem observados na sua constituição, organização, desenvolvimento e utilização. Ele identifica, avalia para eliminar, organiza, preserva e disponibiliza os documentos produzidos em qualquer suporte (papel, foto, filme, microfilme, disquete, CD-ROM e bancos de dados on-line) e de qualquer idade, administrativos ou históricos. Dessa forma, está apto a atuar em arquivos de órgãos federais, estaduais e municipais, além de arquivos médicos, jurídicos, eclesiásticos, empresariais, como escritórios de advocacia, ou ainda em arquivos eletrônicos, fotográficos e de multimídia, entre outros.


O mercado exige, portanto, um profissional crítico que atue tanto na construção como na difusão do conhecimento. Como ele tem de avaliar a importância dos documentos, necessita de uma base cultural sólida. Também precisa de conhecimentos teórico-metodológicos sobre gestão documental e boa formação em informática. Sua formação profissional, alicerçada na interdisciplinaridade, busca prepará-lo para refletir criticamente e tomar decisões nas rotinas de sua prática profissional, desenvolvendo habilidades para utilizar novas tecnologias aplicadas ao gerenciamento das informações registradas nos documentos de arquivo.




Onde o profissional de Secretariado se Encaixa?

Durante a graduação, nós aprendemos noções de Arquivística. Para quem quiser seguir carreira exclusivamente nessa área, a melhor opção é a especialização. Essa é uma área em crescimento constante no Brasil e que ainda tem muito o que mostrar!

Boa Sorte para os que se identificam com essa formação!


Quer Saber Mais? Então Acesse:



segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Atuação do Profissional de Moda Vai Além dos Desenhos de Roupa

A graduação em moda prepara o profissional para atuar em todo o processo de criação e de confecção do vestuário. Além de poder desenhar uma nova coleção, o graduado pode trabalhar em áreas que tratam desde a escolha do tipo de fio que irá compor um tecido até o arranjo das roupas na vitrine de uma loja.

Ilana Azeneth, 26, que está concluindo o curso, atualmente trabalha no setor de malharia de uma indústria têxtil. Segundo ela, uma de suas funções é pesquisar as tendências de tecidos que serão requisitados na próxima estação. O resultado da investigação do departamento e a indicação de qual será a produção da empresa é importante, por exemplo, para que o estilista de uma confecção saiba que tipo de material terá disponível para trabalhar suas idéias.

A estudante Bianca de Cássia Patolli, 19, que está no terceiro ano do curso de negócios da moda, estagia no setor de desenvolvimento de produtos de uma companhia. A área é uma das zonas intermediárias entre a criação e a fábrica. Ou seja, o estilista desenha as idéias, o setor de desenvolvimento dá forma aos conceitos e, finalmente, a roupa é cortada e costurada. "Para uma calça jeans, devo demonstrar no papel quantos rebites devem ser colocados ou como um corte é feito."

Para Rita Andrade, coordenadora-adjunta dos cursos de moda da Anhembi Morumbi, há espaço em campos como os de gestão de negócios, onde o profissional cuidará do planejamento dos trabalhos de uma empresa, da logística da distribuição dos produtos e do controle dos estoques.Na área de produção, atividade que realiza a apresentação de um produto, como em um desfile ou em uma vitrine de loja, também há demanda pelo profissional. "Ele pode ser um stylist, que idealiza um desfile, ou um produtor, que vai atrás do espaço que será alugado, dos cabeleireiros, das modelos etc."

Segundo Aissa Basile, coordenadora do Núcleo de Moda da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção), o mercado da moda vem sofrendo transformações. Ela afirma que as empresas brasileiras que lidam com roupas estão deixando de ter administração familiar, o que abre novas oportunidades para os estudantes que agora se formam em moda. No entanto, afirma Basile, entrar nesse mercado não é fácil. Para isso, o graduado precisará ampliar os seus contatos, principalmente em eventos como feiras, exposições e desfiles. "A indicação ainda é o melhor meio para conseguir um emprego".

"Fiquei surpresa ao verificar a grade curricular do curso", diz Beatriz Perez Paschoal, 27, estudante do quarto ano de moda. Ela diz que estudava teatro e se interessou pela parte de figurino. O figurinista a convenceu a visitar uma faculdade de moda. "Pensei que o curso seria algo superficial. Mas verifiquei que era uma graduação mais ampla."

Segundo Cleusa Pires de Andrade, coordenadora do curso de moda da Unip (Universidade Paulista), em geral, essa graduação pode ser dividida em três áreas: criação, técnica e conhecimentos básicos.No campo básico, o aluno terá matérias como matemática, português, psicologia, sociologia e metodologia de pesquisa. Na área técnica, haverá aulas de marketing, de administração e de tecnologia da confecção, entre outras. Na área de criação, o estudante terá, por exemplo, desenho, laboratório, desenvolvimento de produto e história da moda. O curso dura, em média, quatro anos.
Uma das características dessa graduação, afirma Andrade, é dar uma bagagem de informações que permitam ao profissional supervisionar ou coordenar o trabalho de outras pessoas que estão envolvidas na cadeia produtiva.Vale ressaltar que cada escola pode privilegiar um determinado campo relacionado à moda, o que deve ser levado em conta na hora de escolher uma faculdade.

(LUIS RENATO STRAUSS, da Folha de S.Paulo)

Fonte:www.folha.uol.com.br

Onde o Profissional de Secretariado se Encaixa?
Nesse caso, o profissional de Secretariado pode se encaixar na fase da pesquisa de mercado, desenvolvimento, gestão, planejamento e logística. Ele pode trabalhar na parte administrativa da moda ou até mesmo assessorando estilistas, agências de modelos, etc. é um mercado promissor no Brasil, que vem crescendo a cada ano. E como nos outros casos, exige do profissional uma pós-graduação adequada além do estudo de idiomas e boa comunicação com o cliente e com a equipe de trabalho.

Quer saber mais? Então Acesse:
Vestibular 1 - http://www.vestibular1.com.br/duvidas/moda_est.htm
Artigos UFC - http://www.estilismoemoda.ufc.br/Artigos3.htm
Another Site - http://www.anothersite.com.br/editoriais_materias/25hmoda_cursos.htm

sábado, fevereiro 17, 2007

Hotelaria: que profissão é essa?


Muitas pessoas economizam boa parte de seu salário para, merecidamente, ao menos uma vez por ano, poderem fazer uma viagem. Outras passam a vida inteira programando-se para realizar esse sonho.


Independentemente de qual seja a situação, o fato é que elas precisam ou vão precisar, em algum momento de sua vida, de um hotel. E sem contar uma outra parcela que vive mais em hotéis — fechando negócios ou realizando eventos — do que em sua própria casa. É nesse momento que o hoteleiro ou administrador de hotéis torna-se uma peça fundamental em um mercado que movimenta milhões de dólares todos os anos.


A hotelaria consiste no gerenciamento de hotéis e complexos turísticos e dos serviços por eles oferecidos. Esse profissional é o responsável pelo funcionamento de hotéis, resorts, flats, spas e estâncias. Seu trabalho é monitorar todos os serviços oferecidos ao hóspede — como acomodação, alimentação, recreação e lazer — e orientar e supervisionar os funcionários desses locais. A coordenação e a manutenção das instalações também ficam por conta do hoteleiro, que, além disso, negocia, com empresas fornecedoras, os mais variados produtos de que o estabelecimento necessita. Alguns desses profissionais trabalham como consultores, auxiliando na montagem de novos hotéis, desde o planejamento de marketing até o relacionamento com as autoridades dos locais onde esses empreendimentos serão instalados.


No entanto, nem só de glamour vive o ramo da hotelaria. Além de organizar grandes eventos, o hoteleiro precisa ter disposição para, por exemplo, trabalhar em fins de semana e feriados e, principalmente, possuir diplomacia para lidar com todos os tipos de cliente.

Luiz Gonzaga Godoi Trigo, diretor das Faculdades Senac de Turismo e Hotelaria de São Paulo, em recente entrevista à Folha de S.Paulo, afirmou que o candidato à Hotelaria precisa, além de ser um bom administrador, "ser bem-humorado, gostar de pessoas, de servir e de resolver e evitar problemas".


O curso de Hotelaria, recentemente criado no Brasil, dá ênfase a disciplinas como Administração, Sociologia, Economia, Direito, Alimentos e Bebidas, Divisão de Hospedagem, Marketing Hoteleiro, Manutenção e Área de Serviços Especiais — como fretar vans e conseguir ingressos para os clientes.


É muito importante que o aluno fique atento, pois o curso pode ser oferecido como Bacharelado em Hotelaria, Administração Hoteleira ou, ainda, como uma habilitação do curso de Administração. Esse curso também pode ser de graduação, com duração média de quatro anos, ou tecnológico, de dois anos.


As melhores universidades do país, segundo o Guia do Estudante 2002, são a Universidade Federal de Pernambuco e a Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro.
Atualmente, está havendo um aumento na demanda por esses profissionais. Existem inúmeros empregos, mas, cada vez mais, os hoteleiros precisam ser muito qualificados. A hotelaria exige do profissional disponibilidade para trabalhar muito, temperamento para atuar em equipe e flexibilidade para mudar de cidade ou país — justamente por esse motivo, é fundamental dominar dois ou mais idiomas, preferencialmente o inglês e o espanhol.


Segundo alguns profissionais, os primeiros quatro anos dessa carreira requerem muita dedicação. O seu grande crescimento acontece em hotéis de três e quatro estrelas. O salário do gerente de um hotel cinco estrelas, por exemplo, pode variar de R$ 8 a R$ 15 mil, dependendo de haver ou não participação nos lucros da empresa.


A evolução do hoteleiro depende de sua criatividade, flexibilidade e determinação em estar sempre inovando e colocando suas idéias em prática.




Esse artigo fala mais sobre o graduado em Hotelaria. Mas é fácil perceber que mais uma vez, nós podemos nos encaixar em mais uma profissão. O perfil do profissional do Turismo e do Secretariado são extrememamente semelhantes, além da questçao do domínio de idiomas. O caminho a seguir, para quem se interessa por essa área é mais uma vez, se dedicar ao Mestrado específico na área.


Quer saber mais? Então acesse:







terça-feira, fevereiro 13, 2007

Assessorando o Comércio Exterior



Operar no mercado internacional exige uma reflexão sobre vários pontos, principalmente hoje, com esse mundo dinâmico. O comércio exterior assume cada vez mais um papel vital para a maioria dos países, tornando-se um elemento fundamental para o desenvolvimento das nações. Trata-se de uma variável estratégica com que o mundo capitalista busca implantar integração e internacionalização da economia mundial. Por isso é grande o número de acordos internacionais, tendo como finalidade a liberdade e a expansão das atividades comerciais.


Exportar é uma postura empresarial, uma alternativa estratégica de desenvolvimento, ganho de experiência que propicia uma dimensão global à empresa. Com isso a empresa ganha competitividade, lucratividade e estímulo para ser mais eficiente.

A exportação tem como principais vantagens: o aumento da capacidade inovadora; diversificação de mercados; aprimoramento da qualidade; oportunidade de implantação de marca internacional; marketing; extensão do ciclo de vida do produto; desenvolvimento de recursos humanos e redução de custos, ou seja, diminuição da carga tributária, a empresa pode compensar o recolhimento dos impostos internos, via exportação.

Primeiramente ao pensar em exportar a companhia necessita ter condições financeiras para se adaptar a produção exportadora e contar com profissionais que possuam algumas noções básicas de comércio exterior.


O secretário como assessor e gerenciador organizacional, deve manter-se a par das transformações do mercado internacional. Ter o conhecimento das regras e uso do comércio exterior brasileiro, para auxiliar as empresas nas vendas internacionais, resultando crescimento e uma grande experiência para a empresa, conseqüentemente um reflexo positivo para o país.Esse profissional tem a necessidade de dominar assuntos distintos, mostrar-se pró-ativo, informado e atualizado, ser um agente facilitador sabendo identificar as necessidades e deficiências dentro da empresa, propondo inovações, para assim garantir sua empregabilidade e conquistar o mercado de trabalho.


Ele pode contribuir nas exportações, identificando os mercados, juntamente com os outros profissionais, por meio de um estudo do mercado em que a empresa deseja operar. Este estudo é feito por meio de uma pesquisa, que se trata de uma análise do mercado externo para determinar as perspectivas de venda do produto e a maneira de obter melhores resultados (como por exemplo: revelar se o produto poderá ser vendido a um preço razoável e competitivo, e em quantidade satisfatória). Permite ainda analisar os mercados que oferecem melhores perspectivas e quais as modificações que deverão ser feitas no produto para aumentar o nível de aceitabilidade.


O profissional de secretariado pode buscar informações e auxílio nas embaixadas e consulados estrangeiros. Pode ser auxiliado pelo o profissional de marketing a estabelecer contato com compradores (importadores) no exterior. Ao identificar o importador, é necessário fornecer informações sobre quantidade disponível, aspectos técnicos, condições de venda, prazo de entrega e preço unitário da mercadoria, e tudo isso é competência desse assessor.Para atuar nessas empresas multinacionais, ou organizações que aspiraram desenvolverem-se no ramo do comércio exterior, o secretário também necessita possuir domínio de outros idiomas. Saber falar inglês e espanhol é o mínimo que se pode esperar de um profissional que quer trabalhar neste ramo.Outro fator de grande importância e utilidade para o comércio exterior, e que faz parte da vida profissional do secretário, é a documentação.

Os documentos se classificam como de natureza administrativa, comercial e financeira e são emitidos para fins de desembaraço aduaneiro, embarque da mercadoria e operações cambiais. Ainda que no comércio exterior usa-se uma documentação padronizada, muitas vezes é exigida uma documentação mais específica em razão das particularidades de determinados produtos e da legislação local, e é aí que entra uma das habilidades do secretário, fazendo dessa “peça chave” uma ferramenta eficaz.


Os profissionais de secretariado precisam estar atentos às mudanças do mercado e às oportunidades, pois o ramo de comércio exterior ainda tem muito para se desenvolver. A cada dia que passa esse tema está sendo mais discutido e difundido nas organizações que almejam expandir seus negócios e ganhar competitividade internacional, e para assessorar estas organizações o mercado está buscando profissionais qualificados no assunto.


(Giovana Gimenes Schwanke - giovanags@bol.com.br

Formada no Curso Superior de Secretariado Organizacional - Formação Trilíngüe (2002)

Universidade Católica de Pelotas)

Quer Saber Mais?

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segunda-feira, fevereiro 12, 2007

A Profissão de Tradutor

Começaremos a semana falando sobre o profissão de TRADUTOR, área em que temos plena competência para atuar. No decorrer dos dias, falaremos sobre outras profissões que se encaixam no perfil do Secretariado. Esse será o nosso tema da semana!!

"A profissão de tradutor é uma das boas opções no mundo globalizado em que vivemos. Com a intensificação do intercâmbio entre povos, culturas, sociedades, empresas, o mercado para tradução cresce cada vez mais, devido à necessidade constante de disseminação de informação, seja ela cultural, científica, tecnológica ou empresarial/comercial. Além disso, quando nos damos conta de que o acesso a uma parte considerável das "grandes obras" da cultura mundial - literatura, cinema, teatro - se dá através de traduções, fica bastante evidente o papel central do tradutor como mediador nesse processo.


Hoje em dia, o tradutor pode trabalhar com textos de vários gêneros e modalidades, entre os quais se incluem obras literárias e técnicas; filmes para cinema, televisão e vídeo; manuais técnicos e software; sites da internet; contratos, patentes e bulas; documentos legais; e muito mais. No mundo da tradução há espaço para pessoas com interesses e aptidões os mais diversificados, desde que tenham em comum a paixão pelas atividades de ler e escrever e o domínio da matéria-prima de seu trabalho, que é a língua materna, com todo o seu potencial comunicativo.


Por tudo isso, a atividade tradutória é extremamente estimulante, trazendo novos desafios a cada texto e proporcionando uma intensa satisfação intelectual. É também uma profissão cujo futuro está garantido: num mundo em que o volume de informações em circulação aumenta exponencialmente, traduz-se cada vez mais, num número crescente de modalidades diferentes."




"A atividade hoje é dividida entre as traduções orais, atribuição do intérprete, e as de texto. Na tradução oral, há a chamada tradução simultânea, ou a interpretação de conferências, em que a tradução do palestrante é feita em tempo real. Outra possibilidade é a tradução consecutiva, intercalada com a fala. "Essa é uma habilidade que requer condições psicológicas específicas. A pessoa trabalha em tempo real e tem que ter técnicas de anotação e recursos de memória bem desenvolvidos", afirma João Azenha Júnior, diretor do Citrat (Centro de Tradução e Terminologia) da USP (Universidade de São Paulo) e tradutor de mais de 30 livros, entre eles o best-seller "O Mundo de Sofia".


Hoje não é necessário ter graduação em tradução e interpretação para poder exercer a profissão. O Sintra (Sindicato Nacional dos Tradutores) quer tentar regulamentar a profissão, com a proposta da obrigatoriedade da graduação em línguas. Um dos objetivos, segundo o presidente, Guilherme Abrahão, é impor o pagamento de direitos autorais também aos tradutores."



Encontrei vários artigos interessantes sobre essa profissão e fica impossível colocar tudo aqui. Deixarei links de outros artigos que falam sobre Tradução para quem se interessar em saber mais sobre e área. Descobri inclusive um Blog que fala sobre a profissão de Tradutor/Intérprete.











quinta-feira, fevereiro 08, 2007

Marketing Pessoal, Networking e Contatos



Entenda a diferença entre os termos utilizados para o gerenciamento pessoal da carreira. Aprenda mais sobre eles e saiba como dar um novo fôlego ao seu perfil profissional.

Você sabe a diferença entre network e marketing pessoal? Conhecer completamente cada um dos recursos para encontrar as pessoas certas que irão ajudar na sua carreira é muito importante. "Marketing pessoal é tudo o que se faz para o trabalho, incluindo discussões em comunidades profissionais", conta Gerusa Mengarda, gerente de relacionamento da Gelre. "Network é toda a sua rede de conhecimentos, contatos são apenas aquelas pessoas que você conheceu mas não cultivou como amigos", completa.

"Um bom relacionamento ou uma boa imagem é um grande capital", afirma o professor e coordenador de Pesquisa da Cásper Líbero Laan Mendes de Barros. "Para aumentar a rede de contatos, é importante estar aberto a fatores novos, conhecer novas pessoas", completa o professor.

A visão da imagem do profissional como um capital a ser explorado complementa outro recurso que tem sido valorizado recentemente, o capital intelectual. O conjunto de valores abstratos de uma empresa, o conhecimento e pesquisa acumulados por exemplo, são o capital intelectual. A imagem dos profissionais e sua rede de contatos também pode ser considerada um bem para a empresa. Para convencer de que pode adicionar algo a uma empresa, o candidato precisa compreender esse conceito. "O profissional tem que ser um demonstrador de si mesmo, ver-se como um produto", aponta a gerente da Gelre.

Para colocar-se no mercado, todas as oportunidades devem ser aproveitadas. "Até mesmo atividades culturais fora do horário de trabalho podem ser importantes para criar condições para um rede de contatos", informa o professor. No entanto, o profissional deve ser natural na sua busca por relacionamentos. "Não pode também ser um chato, que não desliga do trabalho o tempo todo, os relacionamentos devem ser naturais".

Ética é o topo da lista de prioridades para a imagem de um profissional."Os valores éticos devem ser muito claros, para que fiquem gravados na sua caminhada entre seus pares, isso é o mais importante e fortalecerá automaticamente sua rede de contatos", confirma o professor Barros. Para ele, manter os valores éticos bastante claros é mais importante do que qualquer fórmula pronta para o networking.

"Não se deve lembrar dos contatos apenas quando se precisa de um favor", conta a gerente da Gelre. O cuidado existe para que o profissional não seja visto como aproveitador ou superficial. "Não pode ser como político, que só abraça crianças em época de eleição", compara o professor. "Enviar correspondência como cartões de Natal e aniversário é um gesto interessante", de acordo com a gerente da Gelre. No entanto, "isso deve ser deixado para os relacionamentos mais próximos, para não cair no erro de lotar sempre a caixa de correspondência de alguém que nem sabe direito quem o profissional é", lembra o professor.

Misturar conversas íntimas com profissionais é um erro comum. "Um contato profissional não vai ser instantaneamente seu melhor amigo, portanto os assuntos conversados também serão restritos", conta a gerente da Gelre. "Passar de uma conversa superficial para assuntos polêmicos ou íntimos em um piscar de olhos é inadequado, mesmo que o contato ache interessante discutir assuntos íntimos com você, pode ficar receoso em recomendá-lo na esfera profissional. O relacionamento deve ser construído, conversar generalidades é um bom modo de começar a conhecer alguém. Pedir dinheiro emprestado, nunca".

O cuidado não significa, necessariamente, evitar emitir opiniões pessoais. "Cada vez mais se discute a falta de separação entre as vidas pública e privada de um profissional, o ideal é ter um discurso consistente e coerente de valores éticos tanto em uma quanto em outra e lembrar que a postura pessoal é considerada por muitas empresas como um complemento da ética no trabalho", lembra o professor da Cásper Líbero.

Qualquer que seja o relacionamento, pode ser construído em fases e categorizado na vida profissional. "É interessante separar as pessoas que realmente auxiliam na busca de emprego, as que servem apenas como fontes de informação do mercado e as que podem divulgar projetos na mídia, por exemplo. Outra dica é dividir a rede de relacionamentos de acordo com o grau de influência em uma determinada organização. Cargo e foco de atuação são outros critérios comuns", conta a gerente da Gelre. "Até o relacionamento com os concorrentes da empresa onde se trabalha pode ser importante para um futuro profissional mais rico de possibilidades", conta o professor Laan. "O importante é lembrar que amigos mais próximos serão poucos, mas deve-se tratar bem a todos".

O conceito de marketing pessoal traz, de acordo com o professor, uma falha intrínseca. "O marketing é uma ciência de posicionamento de produto, mas o ser humano não pode ser visto como uma mercadoria", conta o professor. "Preocupar-se com a ética nas amizades é o caminho mais simples para construir uma boa imagem profissional".

Os estudantes universitários podem começar a preocupar-se com o marketing pessoal desde cedo. "É importante se relacionar bem no meio acadêmico, tanto com os colegas quanto com os professores. Evitar a divisão de amizades por faixas etárias ou "tribos" é crucial.", diz o professor da Cásper Líbero. "O professor é essencial como primeiro contato profissional, deve ser visto como um mentor e com todos o aluno deve manter um bom relacionamento", confirma a gerente da Gelre.

(Fonte: www.universia.com.br)

segunda-feira, fevereiro 05, 2007

Aparência e Etiqueta Empresarial: Simplesmente Essenciais.


Sabemos que em nossa área a imagem pessoal e a etiqueta são fundamentais. Não para "agradar" ao chefe ou à equipe, como muitos (que não tem a menor noção sobre o que é a nossa carreira) pensam, mas elas são importantes pois muitos contratos são fechados em jantares, almoços, coquetéis. Para acertar nesses eventos, é importante saber sobre a cultura do seu possível parceiro corporativo (principalmente se ele for estrangeiro).

Saber como agir, o que falar, como se vestir, a que horas chegar.... pequenas coisas que fazem toda a diferença.


A imagem pessoal é um requisito que é avaliado assim que você pisa na empresa. Essa "avaliação" começa antes da entrevista de emprego:


"MBA nos Estados Unidos, vários idiomas e capacitação técnica não são o suficiente no mercado de trabalho. Os entrevistadores muitas vezes dão uma olhada geral nos candidatos, antes de começar a entrevista, procurando dicas visuais para economizar seu tempo. Assim já são eliminados automaticamente os que estão passando mensagens negativas por meio de sua aparência ou maneiras, como um homem de meias brancas, a mulher que está roendo as unhas, etc."



Além disso, a aparência em algumas empresas pode ser usado como critério de desempate. Por isso é essencial ter cuidado com a imagem que você passa para os outros. E lembre-se: quando falamos em aparência, estamos nos referindo não só às roupas alinhadas mas também ao seu comportamento, sua postura e até mesmo sobre sua inteligência emocional.


Em qualquer área, o profissional deve causar boa impressão. Mas o Secretário Executivo, em especial, tem que se preocupar diariamente com isso, já que ele deverá ser responsável em promover e participar de eventos empresariais. Quando estamos em festas como essa, quem aparece não somos nós, e sim, a empresa na qual trabalhamos. Por isso temos que ter tanto cuidado. Se você cometer uma gafe, não é o seu nome que vai ser lembrado e sim, da sua empresa.


"A presença visual tem de dispor uma quantidade de integridade e consistência. As roupas sozinhas não serão o truque. É a harmonia de todos os sinais não verbais e a repetição deles que tornaram sua imagem consistente. Como uma identidade visual de uma empresa, que é repetida da mesma forma, seja qual for sua aplicação, é que dá consistência e credibilidade a marca."



(Daniela Frossard)



***Algumas Dicas de Etiqueta Para Você Não Errar:


CHEGADA - O horário de chegar a um evento, seja de que tipo for, é sempre um problema no Brasil. Não temos o hábito da pontualidade, o que denota desorganização de tempo. Seja pontual, porém, se o evento é patrocinado pela sua empresa, chegue 10 minutos antes, afinal você é o anfitrião.

ROUPAS - Use roupas formais, mesmo que se trate de um show. Se for um coquetel ou jantar, use terno escuro e camisa branca ou tailleur.·

MODERAÇÃO - Coma e beba com moderação. Salgadinhos e canapés podem ser tirados da bandeja com os dedos e com muita delicadeza (mas com os dedos todos abaixados). Às vezes o guardanapo de papel nos complica a vida, utilize-o nas pontas dos dedos. Dizem as normas de etiqueta que é indelicado tirar o último canapé de uma bandeja. O que fazer se o garçom se aproxima com dois canapés e você está conversando com uma pessoa? Quem vai ficar com último (o indelicado?) ou sem nenhum? Brinque a respeito "Tiramos juntos?" ou "Eu fico com um e você com o outro?"

SAÍDA - isto é um problema sério. No Brasil não se usa colocar o horário de término para um evento. Nos Estados Unidos é mais fácil, pois eles convidam para um coquetel das 19h30 às 21h e você sabe a que horas deve ir embora. Então temos que usar nosso bom senso e bom gosto, de acordo com a ocasião, a formalidade ou animação da festa. Não há necessidade de ser o primeiro a sair, mas por favor não seja o último (a não ser que você seja o irmão do anfitrião ou o próprio anfitrião). Porém, se por alguma razão você estiver entre os primeiros a ir embora, seja discreto, apenas saia, sem grandes abraços.

AUSÊNCIA - Caso não possa comparecer ao evento para o qual foi convidado, telefone avisando com a maior antecedência possível, principalmente se for uma refeição.

DIA SEGUINTE - Um evento informal é aquele onde não há distinção de cargos, pois de qualquer forma continuamos a trabalhar, a representar nossa empresa. Portanto, nada de falar mal de ninguém, nem do chefe ou da empresa Por sinal, falar mal dos outros ou da empresa para a qual trabalhamos é de profundo mau gosto. Divirta-se, porém tenha em mente que ali, naquele momento, é uma continuação do escritório. Preserve seu emprego e suas boas relações. Não aproveite o clima de confraternização da festa para extrapolar e dar vazão a sentimentos, que ficaram embotados por falta de oportunidade para extravasar. Lembre-se que, no dia seguinte, você terá que encarar colegas, chefes e subalternos. E não se esqueça nunca que, "quanto mais alto o cargo, mais cedo se deve sair".

CARTÕES - Num almoço de negócios onde haja a necessidade de troca de cartões, deve-se fazê-lo no início, pois isto facilitará a identificação das pessoas. Numa reunião comercial pequena, a troca de cartões deverá ser feita ao final do evento, a não ser que o anfitrião faça-o no início, quando os convidados retribuem a gentileza. Num evento maior deve-se perceber a oportunidade de trocar os cartões, jamais usá-lo como sua apresentação, e sim como uma forma de manter um contato recém feito. Seu cartão não é uma arma, é uma gentileza. Entregue o cartão na mão da pessoa, não o passe sobre a mesa para que seu interlocutor o apanhe. Faça-o de forma que quem o recebe, possa lê-lo imediatamente, sem ter que ficar virando o cartão. Se houver a necessidade de anotar algum dado, faça-o no verso, jamais na frente do cartão. Não deixe seus cartões no bolso traseiro da calça, e menos ainda os cartões que você receba. Os seus ficarão amassados ao sentar-se e com relação aos demais é o mesmo que "sentar-se na cara de alguém", afinal o cartão nos representa. Leve seu porta-cartões no bolso da frente da calça, do paletó ou mesmo no bolsinho da camisa.

Bons eventos!!!